Crônica
Crônica – A chegada do outono: Renovação sob o silêncio das folhas
Crônica – O outono chegou e, de fato, bem devagar. Em tempos de calor extremo e pouca umidade no ar, essa estação é desafiada a interromper traços marcantes que ainda restam do verão. (…)
O outono não faz alarde. (…) Se bem observar, as árvores com seus galhos nus fazem uma reflexão silenciosa sobre o tempo.
Dia Internacional da Mulher: O Carnaval como obstáculo às reivindicações femininas
O Dia Internacional da Mulher (8 de março) ultrapassa a valorização das conquistas femininas, sendo também um momento de reflexão e estratégias. Através de diversas abordagens, a atuação voltada à luta pela igualdade de gênero e dos direitos civis é um fenômeno recorrente todo mês de março, assim como o Carnaval.
Nesse sentido, este feriado tradicional no Brasil propicia algumas cenas e situações desafiadoras para o avanço do movimento feminino.
Sem dó nem piedade: Abandono de animais nas Águas Santas
Não há delimitações para a crueldade. Está mais próximo de nós do que sequer imaginamos. Em Tiradentes, em um bairro de prestígio financeiro, dois cachorrinhos mostram os ossos afundados na pele por uma víscera que há tempos não é alimentada.
Leia maisCalendários mudam o mundo?
Crônica – Acordo, é 31 de dezembro. É véspera de Ano Novo, e tudo parece entrar em suspensão. Nas ruas, luzes piscam em tons de esperança. Nas casas, as pessoas se arrumam e preparam tudo para celebrar. Enquanto isso, o calendário, silencioso, aguarda a virada, como uma porta que se abre para o desconhecido.
Leia maisNatal à brasileira
Crônica – O Natal brasileiro é um evento, e é assim que tem que ser. Ele não tem neve, suéteres ou pijamas combinando, tampouco meias na lareira. Ele é, ano após ano, um caos bonito, orquestrado com maestria pela ideia de estar com a família e transbordar amor.
Leia maisCrônica – Um pequeno ser, um grande poder
Mais uma tarde ensolarada, mais um dia do ano percorrendo o relógio. Em um mesmo horário de sempre, escuto: barulho, gritos, risadas, cumprimentos. Eram apenas crianças na porta da escola no auge de sua euforia. Enquanto as mais inquietas se destacavam, outras silenciosas observavam o mundo ao seu redor.
O aprendiz em constante desenvolvimento só deseja um mapa para seguir seu caminho. Com toda vivacidade e ingenuidade típica da primeira vez, passos firmes em terrenos irregulares e quedas vão compondo sua jornada. “Vivendo e aprendendo a jogar”, já dizia uma ilustre cantora…
Crônica – O instinto pela sobrevivência em “Alien: Romulus”
Em uma colônia mineira isolada e fria, Rain sonha em viajar para um mundo recém colonizado enquanto trabalha em uma regime de semi servidão para uma grande empresa exploradora de outros planetas. Ativa nesse emprego desde a morte de seu pai nas minas de carvão, sua realidade na colônia é árdua, com a expectativa bem baixa e um descaso da empresa.
Uma esperança de melhora de vida de Rain e seus irmãos se torna uma missão arriscada com seus colegas: furtar as câmeras criogênicas de uma nave dupla desativada na órbita do planeta em que vivem. O que poderia dar errado?
Presença que importa: Pai com seus gestos de amor e proteção
Um dia desses, rolando os vídeos disponíveis nas redes sociais, me deparei com um que, sem perceber, ficou guardado na minha memória. No vídeo, o dono do perfil abordava pessoas na rua oferecendo R$700,00 se elas topassem fazer um corte de cabelo esquisito. Após muitos dizerem não, a princípio, um senhor também negou a proposta, hesitou por 5 segundos e por fim, resolveu aceitar. Fez o corte esquisito (e tudo isso no meio de uma avenida movimentada de São Paulo). Ao ser questionado sobre o que faria com o dinheiro, ele disse: “Vou comprar um brinquedo pra minha filha”.
Leia maisIsso faz meus olhos brilharem
Crônica – Jornalismo…quando tal palavra ecoa no ar, imediatamente pensamos em comunicação, extroversão…
Superficialmente falando, seria demasiadamente difícil imaginar pessoas tímidas levando essa profissão para a vida, certo?
Serenatas e limonadas
Crônica – Dias atrás, eu cheguei a pensar que nenhuma surpresa iria surgir para movimentar a minha semana, mas logo dei de cara com uma serenata e, definitivamente, “romântico” não é um bom adjetivo para descrever este caso. Afinal, eu recebi um belo de um “adeus”, o qual me foi dado com a ajuda de uma canção (a antiga: “estou indo embora, a mala já está lá fora”), sem qualquer aviso prévio.
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