{"id":892,"date":"2011-10-18T13:08:00","date_gmt":"2011-10-18T13:08:00","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=892"},"modified":"2011-10-18T13:08:00","modified_gmt":"2011-10-18T13:08:00","slug":"cura-comeca-pelo-olhar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/cura-comeca-pelo-olhar\/","title":{"rendered":"A cura come\u00e7a pelo olhar"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-Rc0BKrd8ETY\/Tp14u0UsACI\/AAAAAAAAAFU\/7uq4SZyaFd4\/s1600\/Hansen%25C3%25ADase.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"213\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-Rc0BKrd8ETY\/Tp14u0UsACI\/AAAAAAAAAFU\/7uq4SZyaFd4\/s320\/Hansen%25C3%25ADase.jpg\" width=\"320\" \/><\/a><i>Entenda<br \/>\nsobre a hansen\u00edase e a import\u00e2ncia da auto-observa\u00e7\u00e3o<\/i><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n\u201cAs pessoas tem<br \/>\nque estar atentas ao pr\u00f3prio corpo e atentas aos sintomas. \u00c0s vezes \u00e9 uma<br \/>\nmanchinha que no in\u00edcio a pessoa n\u00e3o percebe ou n\u00e3o d\u00e1 aten\u00e7\u00e3o. Observe seu<br \/>\ncorpo, suas m\u00e3os. Observe. Se alguma coisa acontecer de diferente, se aparecer<br \/>\nalgum sintoma da hansen\u00edase, procure uma unidade de sa\u00fade para auxiliar no<br \/>\ndiagn\u00f3stico. O diagn\u00f3stico precoce \u00e9 fundamental para a cura do paciente e para<br \/>\na n\u00e3o dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a\u201d, afirma a coordenadora da Epidemiologia da<br \/>\nSecretaria de Sa\u00fade de S\u00e3o Jo\u00e3o del \u2013Rei, Eliene Freitas, em alerta sobre a<br \/>\nimport\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce da hansen\u00edase.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A hansen\u00edase \u00e9 uma das doen\u00e7as mais<br \/>\nantigas que ainda atinge o homem. Al\u00e9m de, em est\u00e1gio avan\u00e7ado, causar sequelas<br \/>\ncomo \u00falceras, perda da for\u00e7a muscular e deformidades, a doen\u00e7a de Hans j\u00e1<br \/>\nsegregou milhares de brasileiros nos antigos lepros\u00e1rios. Agora, o tratamento<br \/>\nda doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 mais pautado na reclus\u00e3o, mas em antibi\u00f3ticos, e o diagn\u00f3stico<br \/>\nprecoce evita as sequelas. A hansen\u00edase tem cura e \u00e9 f\u00e1cil de tratar.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A dermatologista Val\u00e9ria Azevedo<br \/>\nJunqueira, que atende os casos de hansen\u00edase na Policl\u00ednica Central de S\u00e3o Jo\u00e3o<br \/>\ndel-Rei, &nbsp;explica que a doen\u00e7a \u00e9 causada pelo bacilo Mycobacterium leprae,<br \/>\ne a transmiss\u00e3o se d\u00e1 pelas vias a\u00e9reas: uma pessoa com a forma infectante da<br \/>\ndoen\u00e7a, e que n\u00e3o tenha iniciado o tratamento, pode passar o bacilo por meio de<br \/>\nsecre\u00e7\u00f5es nasais, tosses e espirros.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O contato direto e prolongado com o<br \/>\ndoente em ambientes fechados, pouco ventilados e com pouca luz solar aumenta a<br \/>\nchance de infec\u00e7\u00e3o. Muitas pessoas t\u00eam o organismo resistente ao mycobacterium<br \/>\nleprae, por isso poucas das que contraem o bacilo adoecem. Entretanto,<br \/>\ncondi\u00e7\u00f5es de vida prec\u00e1rias, desnutri\u00e7\u00e3o e outras infec\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas,<br \/>\naliadas a pouca informa\u00e7\u00e3o, podem favorecer a prolifera\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Val\u00e9ria Junqueira tamb\u00e9m esclarece<br \/>\nque os sintomas mais frequentes s\u00e3o manchas brancas ou vermelhas, caro\u00e7os ou<br \/>\nn\u00f3dulos com perda da sensibilidade, e o surgimento de \u00e1reas anest\u00e9sicas<br \/>\n(sensa\u00e7\u00e3o de dorm\u00eancia), em locais como m\u00e3os e p\u00e9s, por exemplo. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O diagn\u00f3stico da hansen\u00edase \u00e9 feito<br \/>\npor meio de exame cl\u00ednico, nas unidades b\u00e1sicas de atendimento ou nas equipes<br \/>\ndo Programa de Sa\u00fade da Fam\u00edlia (PSF). No tratamento, chamado poliquimioterapia<br \/>\n(PQT), o paciente toma antibi\u00f3ticos administrados mensalmente e de forma<br \/>\nsupervisionada pela equipe de sa\u00fade e consome doses di\u00e1rias em casa. A dermatologista<br \/>\nexplica que o tratamento \u00e9 gratuito, e o rem\u00e9dio \u00e9 fornecido pelo Minist\u00e9rio da<br \/>\nSa\u00fade. Em S\u00e3o Jo\u00e3o<br \/>\ndel\u2013Rei, quem suspeitar que est\u00e1 com a doen\u00e7a pode procurar atendimento nas<br \/>\nequipes do PSF nos postos de sa\u00fade mais pr\u00f3ximos de casa ou na Policl\u00ednica<br \/>\nCentral. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\nMinas Gerais<br \/>\nregistrou 1.523 casos de hansen\u00edase em 2010<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No Brasil, o \u00edndice da hansen\u00edase \u00e9<br \/>\nalto, com cerca de 47 mil novos casos detectados por ano. Apesar de n\u00e3o estar<br \/>\nentre as regi\u00f5es mais end\u00eamicas do pa\u00eds, que s\u00e3o o norte, nordeste e<br \/>\ncentro-oeste, Minas Gerais registra altos \u00edndices da doen\u00e7a. De acordo com a<br \/>\nGer\u00eancia Regional de Sa\u00fade de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, foram contabilizados 1.523<br \/>\ncasos em todo o estado durante o ano de 2010. A regi\u00e3o de Governador Valadares \u00e9 a mais<br \/>\npreocupante, com 263 ocorr\u00eancias. Na zona regional de S\u00e3o Jo\u00e3o del\u2013Rei, que<br \/>\nenvolve mais 19 cidades vizinhas, &nbsp;foram contabilizados seis casos no<br \/>\n\u00faltimo ano. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo a secretaria municipal de<br \/>\nSa\u00fade de S\u00e3o Jo\u00e3o del -Rei, os seis casos foram registrados na cidade. Apesar<br \/>\nda baixa incid\u00eancia, a t\u00e9cnica em controle de hansen\u00edase do \u00f3rg\u00e3o do estado,<br \/>\nAderlaine Neri, estima que outros casos ocorram sem serem notificados. Ela<br \/>\nacredita que n\u00e3o s\u00e3o registrados mais casos na regi\u00e3o, porque as pessoas,<br \/>\nmuitas vezes, n\u00e3o procuram o atendimento e n\u00e3o \u00e9 feito o diagn\u00f3stico. O n\u00famero<br \/>\nde ocorr\u00eancias da hansen\u00edase em 2011 ser\u00e1 contabilizado pelo governo no in\u00edcio<br \/>\ndo ano que vem. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com Neri, os recursos do<br \/>\ngoverno do estado atendem \u00e0s necessidades b\u00e1sicas ligadas \u00e0 hansen\u00edase, como<br \/>\nmedicamentos e profissionais capacitados, mas n\u00e3o suprem a demanda por<br \/>\ninvestimento em<br \/>\n informa\u00e7\u00e3o. Para a t\u00e9cnica, falta veicula\u00e7\u00e3o de campanha em<br \/>\nm\u00eddias populares e em hor\u00e1rios que atinjam o trabalhador. \u201cO maior problema<br \/>\nsobre a doen\u00e7a \u00e9 a falta de informa\u00e7\u00e3o\u201d, critica.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\nEstigma<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Duas das grandes marcas da<br \/>\nhansen\u00edase sempre foram o medo e o preconceito. Antes conhecida como lepra, ela<br \/>\nsegregou muitos brasileiros. Em todo o pa\u00eds, havia os lepros\u00e1rios, onde as<br \/>\npessoas buscavam tratamento e eram exclu\u00eddas dos n\u00e3o doentes. O mais famoso<br \/>\nlepros\u00e1rio de Minas, a Col\u00f4nia Santa Isabel, em Betim, foi clausura para<br \/>\nportadores de hansen\u00edase de todo o pa\u00eds. A col\u00f4nia, fundada em 1931 e a maior<br \/>\nde todas da Am\u00e9rica Latina, era cercada com correntes para impedir o contato<br \/>\nentre doentes e pessoas saud\u00e1veis. Eram comuns os casos de pessoas que, ao ter<br \/>\na doen\u00e7a detectada, iam para os lepros\u00e1rios e nunca mais tinham contado com<br \/>\nfamiliares. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estudo da doen\u00e7a comprovou que o<br \/>\nisolamento n\u00e3o era a melhor forma de a\u00e7\u00e3o e, oficialmente, a pr\u00e1tica foi<br \/>\nconsiderada extinta no Brasil em 1962. O tratamento poliquimioter\u00e1pico, com o<br \/>\nuso combinado de antibi\u00f3ticos, passou a ser o mais indicado.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois de anos de segrega\u00e7\u00e3o, os<br \/>\nlepros\u00e1rios mudaram o seu perfil. Muitos foram transformados em hospitais<br \/>\ngerais, como \u00e9 o caso da Santa Isabel, e outros em centro de pesquisa. At\u00e9<br \/>\nhoje, muitas pessoas que passaram a vida internadas continuam nesses locais,<br \/>\npois perderam os la\u00e7os afetivos e sociais com a \u201csociedade saud\u00e1vel\u201d, a qual<br \/>\nforam obrigadas a abandonar. A forma de tratamento da doen\u00e7a mudou, e o<br \/>\npreconceito vem diminuindo. \u201cTem preconceito, mas j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa que<br \/>\nantigamente, pelo menos na regi\u00e3o\u201d, destaca Val\u00e9ria Junqueira. <\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Juliana de Carvalho terminou o<br \/>\ntratamento da hansen\u00edase na Policl\u00ednica Central de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei em abril,<br \/>\ndepois de um ano de acompanhamento m\u00e9dico. Ela disse que nunca viveu uma<br \/>\nsitua\u00e7\u00e3o de preconceito. Entretanto, Juliana evitava falar \u00e0s pessoas que<br \/>\ndoen\u00e7a tinha. Nos dias de consulta m\u00e9dica, ela saia do trabalho falando que ia<br \/>\nfazer um tratamento na Policl\u00ednica, mas n\u00e3o dava nome para a doen\u00e7a pelo receio<br \/>\nde como as pessoas iriam reagir.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A informa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ajuda em outra<br \/>\nmudan\u00e7a do olhar, al\u00e9m do incentivo \u00e0 auto-observa\u00e7\u00e3o do corpo. Quanto mais as<br \/>\npessoas sabem sobre a doen\u00e7a, mais diminuem o preconceito e o estigma da<br \/>\nhansen\u00edase. \u201c\u00c9 importante a informa\u00e7\u00e3o, para a pessoa n\u00e3o ficar desesperada, porque<br \/>\n[a doen\u00e7a] n\u00e3o \u00e9 uma coisa t\u00e3o assustadora n\u00e3o. Eu achava que era, mas n\u00e3o \u00e9<br \/>\nn\u00e3o\u201d, diz Juliana de Carvalho.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 150%; text-align: justify;\">\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u201cQuando voc\u00ea tem conhecimento do que<br \/>\nrealmente \u00e9 a hansen\u00edase, voc\u00ea n\u00e3o vai ter medo da doen\u00e7a. N\u00e3o vai deixar de<br \/>\ncumprimentar quem est\u00e1 doente, porque n\u00e3o \u00e9 desse jeito que pega, vai saber que<br \/>\npode conviver e trabalhar junto com a pessoa\u201d, explica Val\u00e9ria. A<br \/>\ndermatologista ressalta ainda que ap\u00f3s 72 horas do in\u00edcio do tratamento j\u00e1 n\u00e3o<br \/>\nh\u00e1 possibilidade de cont\u00e1gio.<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\nTexto e Foto: Ana Gabriela Oliveira<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\nModelo:&nbsp;\u00c9rika Camila<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n<div style=\"line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">\n<i>&#8212;<\/i><\/div>\n<div align=\"center\" style=\"line-height: 150%; text-align: center; text-indent: 35.4pt;\">\n<i>Para copiar e reproduzir qualquer conte\u00fado da VAN,<br \/>\nenvie e-mail para vanufsj@gmail.com e solicite a reportagem desejada. \u00c9 simples<br \/>\ne gratuito.<\/i><\/div>\n<div class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda sobre a hansen\u00edase e a import\u00e2ncia da auto-observa\u00e7\u00e3o \u201cAs pessoas tem que estar atentas ao pr\u00f3prio corpo e atentas aos sintomas. \u00c0s vezes \u00e9 uma manchinha que no in\u00edcio<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[159],"class_list":["post-892","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-saude"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/892","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=892"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/892\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=892"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=892"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=892"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}