{"id":699,"date":"2013-05-01T16:57:00","date_gmt":"2013-05-01T16:57:00","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=699"},"modified":"2013-05-01T16:57:00","modified_gmt":"2013-05-01T16:57:00","slug":"trabalhadores-apostam-em-autonomia-e","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/trabalhadores-apostam-em-autonomia-e\/","title":{"rendered":"Trabalhadores apostam em autonomia e tradi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Marina Ratton<\/p>\n<div>\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-XSeSyUzo6cA\/UYE9r3sKnAI\/AAAAAAAABm4\/Lu3C_SBMDS0\/s1600\/_MG_0012.JPG\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-XSeSyUzo6cA\/UYE9r3sKnAI\/AAAAAAAABm4\/Lu3C_SBMDS0\/s400\/_MG_0012.JPG\" height=\"266\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nDoceira Edna dos Santos&nbsp;<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nFoto: Marina Ratton<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: left;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nO Dia do Trabalho, comemorado internacionalmente em 1\u00ba de maio, surgiu em homenagem a uma greve ocorrida na cidade de Chicago (EUA), no ano de 1886. Nesta data, milhares de trabalhadores se reuniram para reinvidicar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e a redu\u00e7\u00e3o da jornada de 13 para 8 horas di\u00e1rias. Apesar das condi\u00e7\u00f5es trabalhistas terem se transformado desde esta \u00e9poca, h\u00e1 quem prefira trabalhar por conta pr\u00f3pria.&nbsp;<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nEm S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, algumas pessoas afirmam que optaram por trabalhar de forma independente por gostarem do que fazem, e tamb\u00e9m por ser uma tradi\u00e7\u00e3o familiar. \u201cEu trabalho desde os 10 anos de idade, na \u00e9poca eu vendia doces para os meus pais. Depois, eu comecei a trabalhar como empregada dom\u00e9stica, e vendia s\u00f3 nos finais de semana. Mas, de uns vinte anos pra c\u00e1 eu vivo s\u00f3 de vender os docinhos mesmo\u201d, declara a doceira Edna dos Santos.<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-PNkNfD5T17o\/UYFC7MkMUpI\/AAAAAAAABnI\/XJc0T5FSeYc\/s1600\/IMG_0065.JPG\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-PNkNfD5T17o\/UYFC7MkMUpI\/AAAAAAAABnI\/XJc0T5FSeYc\/s400\/IMG_0065.JPG\" height=\"266\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nPipoqueiro Rinaldo Fernandes<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nFoto: Marina Ratton<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nO pipoqueiro Rinaldo Fernandes diz que s\u00e3o 47 anos dedicados ao mesmo trabalho. \u201cA gente faz muitas amizades e espera levar um produto de qualidade para todo mundo. O milho que a gente usa para fazer a nossa pipoca \u00e9 a gente mesmo quem cultiva, n\u00e3o \u00e9 comprado. N\u00f3s procuramos manter, pois faz parte de uma tradi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o quase 50 anos\u201d, ressalta Rinaldo.&nbsp;<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<b>Benef\u00edcios e desafios do mercado informal<\/b><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nTrabalhar de forma aut\u00f4noma, criar um nome ou uma marca, garantir a \u201cclientela\u201d nem sempre \u00e9 f\u00e1cil, ainda mais quando se trabalha com produtos aliment\u00edcios, feitos de forma caseira. Alguns ainda buscam alternativas para garantir a qualidade e a comercializa\u00e7\u00e3o de seu produto.<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n&nbsp;A doceira Edna dos Santos, conta que a sua participa\u00e7\u00e3o no Projeto Del\u00edcias de antigamente fez aumentar suas vendas. \u201cQuando me convidaram para esse projeto foi no mesmo ano que ele surgiu, em 2000. A ideia faz parte de uma ONG e eu fui a primeira pessoa a ser matriculada e a participar. Na \u00e9poca era muito dif\u00edcil, pois o pessoal tinha vergonha, porque tinha que usar avental e esses tipos de coisas. Mas, eu achei maravilhoso, gostei mesmo da ideia e me ajudou muito\u201d, declara.<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-xNTOx59kgFk\/UYFDFQBhf6I\/AAAAAAAABnQ\/jDlXLTCnGZ0\/s1600\/_MG_0145.JPG\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/-xNTOx59kgFk\/UYFDFQBhf6I\/AAAAAAAABnQ\/jDlXLTCnGZ0\/s400\/_MG_0145.JPG\" height=\"266\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nVendedora Geralda Cancio<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\nFoto: Marina Ratton<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nNem sempre as pessoas que exercem alguma atividade por conta pr\u00f3pria, se preocupam em garantir os direitos fornecidos pela Previd\u00eancia Social, tais como a aposentadoria e aux\u00edlio doen\u00e7a. &nbsp;A vendedora de amendoim e coco queimado Geralda Cancio, acredita que os benef\u00edcios para quem trabalha de forma aut\u00f4noma n\u00e3o s\u00e3o tantos. \u201cEu acho que voc\u00ea trabalhando com a carteira assinada \u00e9 melhor no sentido de garantias para o trabalhador. Eu at\u00e9 paguei o INSS um tempo, porque faz falta sim. Mas, eu gosto do meu trabalho e criei todos os meus filhos com ele\u201d, relata.<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\n<\/div>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both;\">\nNa maioria dos casos, quem desenvolve uma atividade aut\u00f4noma, sobretudo quando esta \u00e9 herdada de fam\u00edlia, acaba abandonando os estudos, como no caso do pipoqueiro Rinaldo Fernandes. \u201cEu nasci e fui criado nesta atividade aqui. Eu trabalho com o meu pai desde os sete anos de idade, ent\u00e3o, eu n\u00e3o saio deste servi\u00e7o por causa disso\u201d, afirma.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marina Ratton Doceira Edna dos Santos&nbsp; Foto: Marina Ratton O Dia do Trabalho, comemorado internacionalmente em 1\u00ba de maio, surgiu em homenagem a uma greve ocorrida na cidade de Chicago<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-699","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/699\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}