{"id":6727,"date":"2017-07-19T13:57:27","date_gmt":"2017-07-19T16:57:27","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=6727"},"modified":"2017-07-20T12:32:08","modified_gmt":"2017-07-20T15:32:08","slug":"universidade-do-forro-aproxima-comunidade-e-estudantes","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/universidade-do-forro-aproxima-comunidade-e-estudantes\/","title":{"rendered":"\u201cUniversidade do Forr\u00f3\u201d aproxima comunidade e estudantes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Projeto de dan\u00e7a sem v\u00ednculos com a UFSJ se torna \u00f3tima oportunidade para estudantes e s\u00e3o-joanenses que queiram aprender Forr\u00f3<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSe n\u00e3o tem quem fa\u00e7a por voc\u00ea, fa\u00e7a voc\u00ea mesmo.\u201d Essa \u00e9 a frase que fez com que Marcos Fernando Marques criasse a Universidade do Forr\u00f3 que ensina a dan\u00e7ar o ritmo em encontros todos os domingos, das 17h30 \u00e0s 20h30, no Campus Dom Bosco da Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei \u2013 UFSJ. A iniciativa criou ra\u00edzes com a chegada do universit\u00e1rio \u00e0 S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei para cursar Engenharia Mec\u00e2nica, em 2013, que logo sentiu falta do forr\u00f3 que dan\u00e7ava em sua cidade, Ipatinga \u2013 MG. Sempre procurou pela dan\u00e7a aqui, na cidade, mas o que encontrava n\u00e3o o agradou. Ent\u00e3o, Marcos decidiu p\u00f4r em pr\u00e1tica o que a frase dizia.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Resolveu jogar sua ideia no grupo da UFSJ, em uma famosa rede social. Ele afirmou que n\u00e3o esperava que tivesse ades\u00e3o, mas viu que surgiu um grande n\u00famero de pessoas interessadas. Algumas delas continuam at\u00e9 hoje no projeto, ent\u00e3o Marcos percebeu que seu desejo poderia concretizar-se. Dessa forma, o projeto passou a ganhar corpo, sendo inaugurado no dia 10 de agosto de 2014 tendo exatos 14 alunos, conforme lembra Marques.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEu gosto muito desse ambiente, \u00e9 caloroso e faz bem para a alma e te d\u00e1 uma energia a mais.\u201d Comenta Marcos sobre a grande diferen\u00e7a que o forr\u00f3 faz em sua vida e o quanto satisfaz-se ao ver que seu projeto tem crescido, principalmente neste ano, o que fez com que aumentasse o n\u00famero de monitores. Ele acrescenta tamb\u00e9m que tem havido maior demanda, inclusive, de pessoas da comunidade que se juntam aos universit\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, os alunos s\u00e3o divididos em duas turmas que possuem, como crit\u00e9rio, a habilidade do aluno com a dan\u00e7a. Essas disparidades ocorreram porque os que frequentavam todos os encontros, destoavam dos casuais, da\u00ed a necessidade de separa\u00e7\u00e3o. O grupo intermedi\u00e1rio come\u00e7a as aulas \u00e0s 17h45, estendendo at\u00e9 \u00e0s 18h30, com variante entre 15 e 20 alunos. O b\u00e1sico come\u00e7a \u00e0s 18h35, prolongando-se at\u00e9 19h20 e possui em torno de 40 alunos. Entre 19h25 e20h20, \u00e9 livre, abrindo espa\u00e7o para dan\u00e7a e tamb\u00e9m muita conversa.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os professores s\u00e3o os pr\u00f3prios alunos, o projeto n\u00e3o conta com professores de dan\u00e7a especificamente. Esses alunos-professores s\u00e3o aprendizes da iniciativa ou j\u00e1 dan\u00e7avam antes e se propuseram a ajudar. Dois monitores ministram as aulas e os outros ajudam individualmente. \u201cUm ensina ao outro e tentamos passar para frente o que sabemos\u201d comenta Marcos Fernando.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Campus Dom Bosco foi escolhido por estar no centro de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, o que possibilita que os alunos dos Campus Santo Ant\u00f4nio e Tancredo Neves tamb\u00e9m possam participar. Marques brinca que h\u00e1 mais alunos dos outros <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">campus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> do que do pr\u00f3prio Dom Bosco.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O forr\u00f3 tamb\u00e9m prop\u00f5e \u00a0intera\u00e7\u00e3o entre os participantes. As aulas trabalham mais a t\u00e9cnica, por\u00e9m, o aquecimento e as dan\u00e7as procuram fazer com que todo mundo dance com todo mundo, sendo o di\u00e1logo parte importante nesse processo. Isso permite com que todos se conhe\u00e7am. Marques comenta que utilizava da dan\u00e7a para quebrar a timidez e isso pode ser \u00fatil para outras pessoas que queiram perder um pouco de sua timidez tamb\u00e9m.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto acontece dentro da UFSJ, todavia, n\u00e3o h\u00e1 v\u00ednculos maiores entre o forr\u00f3 e a institui\u00e7\u00e3o. Marques diz que, para que houvesse algo, seria necess\u00e1ria alguma burocracia. Os monitores do projeto teriam que entregar algo escrito, al\u00e9m de ter o apoio de algum professor que intercedesse pela proposta, nesse sentido. Como informa Marcos Fernando, o \u00fanico contato que receberam foi da Pr\u00f3-Reitoria de Assuntos Estudantis-PROAE sobre acolhida dos calouros neste ano.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para se juntar \u00e0 Universidade do Forr\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 necessidade de inscri\u00e7\u00e3o pr\u00e9via e nem mesmo de um par, \u201cbasta ter vontade e estar presencialmente no p\u00e1tio do Dom Bosco\u201d esclarece Marcos. Todos ser\u00e3o recebidos de bra\u00e7os abertos e preparados para ensinar o \u201cforrozin\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Texto\/VAN: Felipe Souza<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de dan\u00e7a sem v\u00ednculos com a UFSJ se torna \u00f3tima oportunidade para estudantes e s\u00e3o-joanenses que queiram aprender Forr\u00f3 &nbsp; \u201cSe n\u00e3o tem quem fa\u00e7a por voc\u00ea, fa\u00e7a voc\u00ea<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6732,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6727","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6727","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6727"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6727\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6733,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6727\/revisions\/6733"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6732"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6727"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6727"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}