{"id":635,"date":"2013-07-11T02:03:00","date_gmt":"2013-07-11T02:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=635"},"modified":"2013-07-11T02:03:00","modified_gmt":"2013-07-11T02:03:00","slug":"exposicao-conta-historia-dos-300-anos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/exposicao-conta-historia-dos-300-anos\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o conta a hist\u00f3ria dos 300 anos de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei"},"content":{"rendered":"<p>O Museu Regional de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei exibe a exposi\u00e7\u00e3o de curta dura\u00e7\u00e3o \u201cS\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei: 300 anos de Ouro e Gl\u00f3rias\u201d. A mostra festeja o tricenten\u00e1rio da cidade, o qual ser\u00e1 celebrado em 8 de dezembro deste ano, al\u00e9m de comemorar os 125 anos de imigra\u00e7\u00e3o italiana e os 50 anos do Museu.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de utens\u00edlios, retratos, documentos e maquetes, a exposi\u00e7\u00e3o mostra aspectos do cotidiano na cidade hist\u00f3rica desde sua funda\u00e7\u00e3o, abordando temas como a extra\u00e7\u00e3o do ouro, a religiosidade, o com\u00e9rcio, a ind\u00fastria e a imigra\u00e7\u00e3o. Murais explicativos e fotos facilitam e ilustram a consulta ao acervo.<\/p>\n<p>O muse\u00f3logo Ryanddre Sampaio de Souza explica que as pe\u00e7as, todas do acervo do pr\u00f3prio Museu, est\u00e3o dispostas em tr\u00eas n\u00facleos. Do s\u00e9culo XVIII, destaca o arado e os mapas de sesmarias da regi\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. J\u00e1 do s\u00e9culo XIX, est\u00e1 exposta a \u201ccadeirinha de arruar\u201d, ou liteira, na qual os senhores mais abastados sa\u00edam para passear, carregados por escravos. Como pe\u00e7as representantes do s\u00e9culo XX est\u00e3o o gravofone (aparelho de \u00e1udio) e uma maquete do casar\u00e3o onde funciona o Museu.<\/p>\n<p>Ryanddre explica que a inten\u00e7\u00e3o da mostra \u00e9 fazer com que a comunidade se sinta refletida no museu. \u201cTudo \u00e9 acervo p\u00fablico, faz parte da hist\u00f3ria da cidade e da forma\u00e7\u00e3o do povo de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. \u00c9 uma comemora\u00e7\u00e3o, por serem 300 anos de hist\u00f3ria de uma cidade important\u00edssima desde sua \u00e9poca de vila at\u00e9 hoje\u201d. O muse\u00f3logo ressalta a import\u00e2ncia do trabalho educativo, que j\u00e1 acontece, buscando inserir o <\/p>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-CbPYOr-m4bg\/Ud4SVIBLHAI\/AAAAAAAAB64\/KQBXo595-eo\/s1600\/1057326_593162007370891_1850216629_n.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"266\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-CbPYOr-m4bg\/Ud4SVIBLHAI\/AAAAAAAAB64\/KQBXo595-eo\/s400\/1057326_593162007370891_1850216629_n.jpg\" width=\"400\" \/><\/a><\/div>\n<p>\nMuseu na escola, e da linguagem utilizada no trabalho de apresenta\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. \u201cN\u00e3o fazemos exposi\u00e7\u00e3o para um s\u00f3 tipo de p\u00fablico. Temos desde pequenos a universit\u00e1rios, que j\u00e1 t\u00eam uma bagagem cultural a ser complementada\u201d.<\/p>\n<p>As alunas Emanuele Barcelo e Betania Silva, da Escola Estadual Governador Milton Campos, do 1\u00ba ano do Ensino M\u00e9dio, visitaram a exposi\u00e7\u00e3o e ambas relacionam a experi\u00eancia vivida no Museu com a realidade com que lidam na escola. Betania diz que os conhecimentos obtidos ir\u00e3o ajudar na elabora\u00e7\u00e3o do jornal que est\u00e3o editando. Emanuele aponta ainda que \u201ca gente vive aqui e n\u00e3o sabe quase nada\u201d, e acrescenta que ficou mais f\u00e1cil entender o porqu\u00ea de estudar determinados conte\u00fados em sala.<br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o funciona de segunda \u00e0 sexta-feira, das 9 \u00e0s 18h, e aos fins de semana, das 9 \u00e0s 17h30.<\/p>\n<p>Guardando na Mem\u00f3ria<\/p>\n<p>A Hist\u00f3ria da cidade n\u00e3o est\u00e1 apenas dentro dos museus. Tombado desde 1938, o Conjunto Arquitet\u00f4nico e Urban\u00edstico de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei inclui ruas que preservam antigos tra\u00e7ados urbanos, pontes de pedra, igrejas barrocas, pr\u00e9dios, fontes e chafarizes antigos, que salvaguardam o registro de importantes momentos da hist\u00f3ria. Segundo Roberto Maldos, historiador e t\u00e9cnico do Iphan (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional), em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, o tombamento, que confere ao bem um valor coletivo pela sua import\u00e2ncia cultural, \u00e9 uma das formas de salvaguardar a mem\u00f3ria em bens materiais, com for\u00e7a de instrumento legal. \u201cO maior objetivo \u00e9 guardar para as gera\u00e7\u00f5es futuras a oportunidade de conhecer o patrim\u00f4nio que faz parte da Hist\u00f3ria e das identidades locais&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Com a preserva\u00e7\u00e3o, estimulada pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e mantida com o apoio da comunidade, gera\u00e7\u00f5es futuras poder\u00e3o percorrer os caminhos de nossa forma\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Regional de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei exibe a exposi\u00e7\u00e3o de curta dura\u00e7\u00e3o \u201cS\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei: 300 anos de Ouro e Gl\u00f3rias\u201d. 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