{"id":632,"date":"2013-07-14T18:01:00","date_gmt":"2013-07-14T18:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=632"},"modified":"2013-07-14T18:01:00","modified_gmt":"2013-07-14T18:01:00","slug":"dobram-se-as-oficinas-do-inverno","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/dobram-se-as-oficinas-do-inverno\/","title":{"rendered":"Dobram-se as oficinas do Inverno Cultural"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-ntewh3BvCCs\/UeLnNlW9aJI\/AAAAAAAAB7o\/VHqVJYKqmmc\/s1600\/DSC_2768-2+(1).jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"400\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-ntewh3BvCCs\/UeLnNlW9aJI\/AAAAAAAAB7o\/VHqVJYKqmmc\/s400\/DSC_2768-2+(1).jpg\" width=\"266\" \/><\/a><\/div>\n<p>\nPaulo Henrique Caetano, atual pr\u00f3-reitor de extens\u00e3o da UFSJ (Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei), nasceu em 1969, na cidade de Belo Horizonte. Toda sua forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica foi realizada na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), tanto a gradua\u00e7\u00e3o, licenciatura em Letras (Ingl\u00eas e Portugu\u00eas), quanto o Mestrado em Literatura e Express\u00f5es Inglesas e o Doutorado em Lingu\u00edstica aplicada. Desde a inf\u00e2ncia se v\u00ea como professor e nunca se viu fora de sua carreira. No entanto, explica que aceitou o seu cargo atual por contar com um olhar muito agu\u00e7ado para certas quest\u00f5es da comunidade, uma boa vontade muito grande e humildade perante os desafios. A partir disso, Paulo Caetano, atrav\u00e9s de sua determina\u00e7\u00e3o e compet\u00eancia, executa o planejamento de um grande evento para a cidade de S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei: o Inverno Cultural, que est\u00e1 em sua 26\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Inverno Cultural deste ano tem como tema \u201cTodo lugar \u00e9 aqui\u201d, e \u00e9 um evento realizado sempre no m\u00eas de julho, desde 1988. \u00c9 considerado o maior programa de extens\u00e3o da universidade e prop\u00f5e uma revitaliza\u00e7\u00e3o e incentivo \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edstico-culturais, al\u00e9m de compor um poderoso repert\u00f3rio, atrav\u00e9s de oficinas, exposi\u00e7\u00f5es, lan\u00e7amentos de livros, semin\u00e1rios, espet\u00e1culos de variados g\u00eaneros e shows.<\/p>\n<p>Vertentes Ag\u00eancia de Not\u00edcias: O que o Inverno Cultural representa para a UFSJ? Qual \u00e9 sua liga\u00e7\u00e3o com o evento como pr\u00f3-reitor de extens\u00e3o?<br \/>\nPaulo Henrique Caetano: A minha rela\u00e7\u00e3o com o evento \u00e9 que ele \u00e9 um evento inerente da parte de Pr\u00f3-Reitoria de Extens\u00e3o. Ou seja, quem assume essa reitoria sabe que vai ser o coordenador geral do Inverno Cultura, porque o Inverno Cultural \u00e9 o maior programa extensionista da UFSJ e ele n\u00e3o usa recursos pr\u00f3prios. O evento capta recursos externos e traz pra dentro da universidade. Desenvolve no campo da arte e da cultura uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es muito relacionadas com os projetos que existem dentro da universidade. A gente capta no contexto da cidade quais s\u00e3o as \u00e1reas que s\u00e3o mais fr\u00e1geis do ponto de vista da produ\u00e7\u00e3o cultural, da gest\u00e3o do patrim\u00f4nio, da arte, do artesanato, e capacita melhor a regi\u00e3o nesse sentido.<\/p>\n<p>VAN: Quanto tempo antes o evento come\u00e7a a ser planejado?<br \/>\nPC: O Inverno Cultural tem um planejamento que n\u00e3o termina. Por exemplo, n\u00f3s estamos hoje j\u00e1 com o Inverno Cultural acontecendo em Ouro Branco, v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es come\u00e7ando aqui na semana que vem e em Divin\u00f3polis, Sete Lagoas, na outra semana. Ao mesmo tempo em que estamos fazendo isso, j\u00e1 temos um peda\u00e7o da equipe construindo o projeto do ano que vem. Porque n\u00e3o temos tempo de esperar terminar o Inverno Cultural, come\u00e7ar a ler os editais e submeter os projetos. Ent\u00e3o n\u00f3s dependemos de um financiamento muito grande. A gente n\u00e3o tem um dia do ano em que n\u00e3o tenha o Inverno Cultural como uma parte das preocupa\u00e7\u00f5es. \u00c9 engra\u00e7ado pensar isso, mas apesar de ser um evento de uma quinzena, ele toma todo um ano da nossa aten\u00e7\u00e3o aqui.<\/p>\n<p>VAN: Como funciona a sele\u00e7\u00e3o de pessoas que est\u00e3o envolvidas no planejamento do evento?<br \/>\nPC: Tudo nosso, toda a sele\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por editais, pela lei 8666, que \u00e9 a lei das licita\u00e7\u00f5es. N\u00e3o podemos sair escolhendo aleatoriamente. Temos que abrir o edital que \u00e9 p\u00fablico, uma chamada toda amparada pela lei, que faz com que o direito de acesso a esse evento seja democratizado. As pessoas, ent\u00e3o, enviam os materiais, concorrem na \u00e9poca certa, apresentam seus trabalhos e s\u00e3o selecionados, por uma comiss\u00e3o, por crit\u00e9rios de sele\u00e7\u00e3o bem objetivos. Nos grandes shows j\u00e1 tem outra forma de se escolher, porque s\u00e3o grupos que j\u00e1 tem not\u00f3rio saber. Milton Nascimento vai cantar e j\u00e1 tem um reconhecimento popular, midi\u00e1tico como artista. Ent\u00e3o, temos dentro da universidade a possibilidade, atrav\u00e9s das leis de incentivo, de contratar essas pessoas diretamente, atendendo as propostas que eles fazem.<\/p>\n<p>VAN: Qual \u00e9 a \u00e1rea de prepara\u00e7\u00e3o do evento que demanda mais tempo e disposi\u00e7\u00e3o? Por qu\u00ea?<br \/>\nPC: A confec\u00e7\u00e3o e a aprova\u00e7\u00e3o dos projetos, porque tudo que fazemos tem que ser aprovado por lei federal, lei estadual e em v\u00e1rios editais diferentes. Pra ter uma ideia, tudo nosso depende da lei federal de incentivo a cultura. Nenhuma empresa coloca dinheiro no Inverno Cultural sem que tenhamos aprovado o projeto pela lei federal. Essa empresa vai ter isen\u00e7\u00e3o de imposto de renda. Temos planejado o Inverno Cultural h\u00e1 um ano, mas s\u00f3 na semana retrasada que a nossa aprova\u00e7\u00e3o do projeto saiu. As pessoas sofrem um pouco porque n\u00e3o h\u00e1 um calend\u00e1rio que um gestor cultural consiga cumprir de fato, porque o financiamento dele depende de for\u00e7as externas. Mas o planejamento tem que ser todo feito como se tiv\u00e9ssemos dinheiro, \u00e9 complicado. Vou colocando meu nome e da universidade, fazendo esse compromisso, sempre na expectativa de que o recurso da lei vai chegar. Vivemos uma ang\u00fastia porque o calend\u00e1rio da lei n\u00e3o \u00e9 o nosso calend\u00e1rio. N\u00e3o podemos esperar que as respostas saiam pra que comecemos a agir.<\/p>\n<p>VAN: As \u00e1reas mais concorridas para quem pretende participar das oficinas variam de um ano pra outro ou h\u00e1 uma constante?<br \/>\nPC: Geralmente, as oficinas infantis, pela \u00e9poca de f\u00e9rias. Os pais querem dar uma oportunidade de contato com coisas diferentes para as crian\u00e7as. Essas oficinas esgotam no primeiro dia, na primeira manh\u00e3 que abrem as vagas. Algumas oficinas mais avan\u00e7adas que dependem de uma forma\u00e7\u00e3o um pouco mais aprofundada, geralmente, s\u00e3o menos concorridas por serem mais espec\u00edficas. Por exemplo, as oficinas no campo de literatura demoram a encher, algumas espec\u00edficas de determinadas t\u00e9cnicas de arte que, apesar de serem muito importantes, demoram tamb\u00e9m a preencher. Geralmente, aquelas que lidam com o meio ambiente, como escalada, lotam. Fazemos duas turmas e elas lotam no primeiro dia. J\u00e1 tem uma demanda, uma fila esperando. Esse ano o sistema todo era informatizado. Eram oito e meia da manh\u00e3 e as m\u00e3es ligando para dizer que n\u00e3o estavam conseguindo inscrever seus filhos. Realmente n\u00e3o tinham mais vagas. Em meia hora a oficina acaba, com 20 vagas.<\/p>\n<p>VAN: Qual \u00e9 o crit\u00e9rio de escolha daqueles que ir\u00e3o ministrar as oficinas?<br \/>\nPC: Tamb\u00e9m por concurso. Da mesma forma que a gente contrata um m\u00fasico, a gente contrata um professor de oficina, por um edital semelhante. Eu abro um processo de sele\u00e7\u00e3o p\u00fablica e vejo pelas caracter\u00edsticas que apresentam no curr\u00edculo dele, &nbsp;avaliamos qual est\u00e1 mais apto a preencher aquela vaga.<\/p>\n<p>VAN: Dentre as categorias j\u00e1 existentes no evento, como s\u00e3o escolhidas as oficinas para fazer parte do Inverno Cultural?<br \/>\nPC: Dessas sete \u00e1reas que s\u00e3o: artes c\u00eanicas, arte e educa\u00e7\u00e3o, artes visuais, artes pl\u00e1sticas, literatura, m\u00fasica e especiais, cada \u00e1rea dessas tem um coordenador ou dois, \u00e0s vezes, em \u00e1reas maiores, como teatro e m\u00fasica. Esses coordenadores, juntamente, com a coordena\u00e7\u00e3o geral do Inverno Cultural se re\u00fanem em momento espec\u00edfico para ver as ofertas de oficinas que tem. Cada um pontua atrav\u00e9s de crit\u00e9rios e a gente escolhe, primeiro, pela ordem de pontua\u00e7\u00e3o e segundo, pela quantidade de dinheiro que temos para gastar naquela \u00e1rea. Ent\u00e3o, se temos dez mil numa \u00e1rea, cabem 10 oficinas. Eu pego as seis primeiras que cabem nesse or\u00e7amento e as classifico. Diferente dos vinte e cinco anos de atua\u00e7\u00e3o, agora, esse ano, a regra est\u00e1 mais certinha. A gente sofreu pra fazer, mas ano que vem j\u00e1 est\u00e1 tudo arrumadinho. Em Abril do ano que vem, eu j\u00e1 vou estar com o Inverno pronto, prometo e cumpro.<\/p>\n<p>VAN: Como est\u00e1 sendo feita a divulga\u00e7\u00e3o do evento?<br \/>\nPC: Est\u00e1 sendo feita ainda um pouco de forma prec\u00e1ria, dada a uma s\u00e9rie de dificuldades que tivemos de \u00faltima hora. Mas n\u00f3s temos uma ag\u00eancia de publicidade que chama Sinal de Fuma\u00e7a que trabalha conosco junto com a ASCOM, que \u00e9 a Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria universidade. Temos um plano de m\u00eddia e contamos com o apoio da TV Integra\u00e7\u00e3o, da Rede Globo Minas, da TV Minas, da TV Campo de Minas, de v\u00e1rias TVs de Sete Lagoas, Divin\u00f3polis e Ouro Branco tamb\u00e9m, al\u00e9m de TVs menores e emissoras de r\u00e1dio. Vamos ao longo do tempo cativando a m\u00eddia da seguinte forma: temos uma verba para disponibilizar e pagar por uma divulga\u00e7\u00e3o especializada, ao mesmo tempo, que contamos com esses grupos midi\u00e1ticos, que veiculam nossa programa\u00e7\u00e3o de forma gratuita. Temos uma rela\u00e7\u00e3o muito boa com a imprensa, porque o Inverno Cultural, queira ou n\u00e3o queira, gera pauta demais.<\/p>\n<p>VAN: A maioria das pessoas que se inscrevem para as oficinas s\u00e3o da cidade ou s\u00e3o de fora?<br \/>\nPC: Tradicionalmente, muito mais gente de fora ou pessoas da cidade que n\u00e3o s\u00e3o ligadas \u00e0 universidade, porque o p\u00fablico da universidade, geralmente, n\u00e3o est\u00e1 aqui quando o Inverno Cultural acontece. S\u00e3o pessoas que geralmente n\u00e3o tem acesso ao mundo que a universidade constr\u00f3i e isso \u00e9 uma das miss\u00f5es do Inverno Cultural: trazer cada vez mais a comunidade para dentro da universidade e cada vez mais conseguir levar a universidade para o espa\u00e7o da comunidade que geralmente ela n\u00e3o se faz presente. Esse ano, j\u00e1 percebemos um retrato diferente. Tem muitos alunos se inscrevendo em oficinas, competindo com as vagas.<\/p>\n<p>VAN: Existem muitas pessoas que n\u00e3o conseguem participar das oficinas? H\u00e1 alguma possibilidade de aumentarem as vagas ou a quantidade de oficinas para o pr\u00f3ximo ano?<br \/>\nPC: Ano que vem nossa meta \u00e9 dobrar o n\u00famero de oficinas. N\u00e3o fizemos isso esse ano porque n\u00f3s estamos em concomit\u00e2ncia com as aulas, n\u00e3o ter\u00edamos espa\u00e7o f\u00edsico para realizar as oficinas.<\/p>\n<p>VAN: Existe alguma pesquisa para a escolha das bandas?<br \/>\nPC: \u00c9 uma pesquisa muito de sensibilidade. Por exemplo, o Milton Nascimento a gente j\u00e1 veio construindo desde o ano passado com um projeto, uma ideia de fazer um show espec\u00edfico, no Inverno Cultural. Ent\u00e3o essa foi uma escolha mais t\u00e1cita. Agora outras, eu, como coordenador geral, tenho um tr\u00e2nsito grande com a m\u00fasica, ent\u00e3o eu vou captando, vou escutando nomes, que \u00e0s vezes nem eu conhe\u00e7o, mas escuto a juventude falar. Vamos tentando captar essas vibra\u00e7\u00f5es e em um grupo vamos encontrando os nomes, mas estamos abertos a sugest\u00f5es de v\u00e1rias naturezas. Tentamos evitar as interfer\u00eancias do mundo econ\u00f4mico, mas as interfer\u00eancias boas e produtivas a gente tenta capitalizar com elas.<\/p>\n<p>VAN: Geralmente, como \u00e9 o perfil das pessoas que se interessam pelo evento?<br \/>\nPC: S\u00e3o pessoas de diversos tipos. Se for olhar nas pesquisas anteriores, j\u00e1 tivemos uma m\u00e9dia de 130 mil pessoas circulando pelos eventos do Inverno Cultural. Tanto as oficinas e como os shows s\u00e3o de natureza diversificada, ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 um perfil mais universit\u00e1rio, ele \u00e9 menos universit\u00e1rio que qualquer coisa. Agora vai ser diferente, mas tem muita gente mais velha que vem, pessoas que circulam pelo estado procurando programa\u00e7\u00f5es de qualidade no inverno. Tem gente que j\u00e1 coloca isso no calend\u00e1rio e \u00e9 muito legal ver isso. E agora n\u00f3s estamos em quatro cidades ao mesmo tempo, ent\u00e3o isso vai gerando uma sinergia. Tem pessoas que v\u00e3o acompanhar os shows viajando de cidade para cidade. Ent\u00e3o o perfil \u00e9 dif\u00edcil de mapear. Vamos ter na cidade oito mil pessoas a mais que geralmente n\u00e3o est\u00e3o aqui. Al\u00e9m de mais quatro mil jovens de fora que vem pra Jornada Mundial da Juventude, entre eles, dois mil estrangeiros. O tempero desse Inverno Cultural ainda iremos experimentar.<\/p>\n<p>VAN: S\u00e3o esperados quantos participantes?<br \/>\nPC: Em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei, pelo menos 130 mil, nas cidades ao todo, em torno de 200 mil.<\/p>\n<p>VAN: Das atra\u00e7\u00f5es musicais, qual \u00e9 a mais esperada pelos frequentadores? E qual \u00e9 mais esperada por voc\u00ea?<br \/>\nPC: Esse ano eu estou com v\u00e1rias expectativas: as bandas Concreto em Divin\u00f3polis, que eu curto muito e Matanza, em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei. Mas a maior expectativa, o nome maior \u00e9 o show do Milton Nascimento, porque ele foi feito para o Inverno Cultural, n\u00e3o \u00e9 um show que sai por a\u00ed dando turn\u00ea e todo mundo pode ver. A gente quis que o show fosse constru\u00eddo de acordo com os locais. Ent\u00e3o, quando o Milton tocar em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei, n\u00f3s vamos ver m\u00fasicos de S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei tamb\u00e9m participando, quando tocar em Divin\u00f3polis, com os m\u00fasicos Divinopolitanos, quando em Sete Lagoas, com os Sete Lagoanos. Para comprovar que todo lugar \u00e9 aqui, todo mundo faz parte daqui. N\u00f3s quisemos dar essa no\u00e7\u00e3o de pertencimento.<\/p>\n<div>\n<\/div>\n<div>\nVAN\/ Isabela Fonseca; Lis Maldos<\/div>\n<div>\nFoto: Kleyton Guilherme<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Henrique Caetano, atual pr\u00f3-reitor de extens\u00e3o da UFSJ (Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rei), nasceu em 1969, na cidade de Belo Horizonte. 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