{"id":5371,"date":"2016-09-22T15:20:25","date_gmt":"2016-09-22T18:20:25","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=5371"},"modified":"2016-09-22T15:27:03","modified_gmt":"2016-09-22T18:27:03","slug":"o-microcosmos-do-coletivo-a-manada","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/o-microcosmos-do-coletivo-a-manada\/","title":{"rendered":"Os microcosmos d&#8217;A Manada"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><i>M\u00fasicos uniram-se para reivindicar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e fortalecer a cena em SJDR<\/i><\/p>\n<figure id=\"attachment_5372\" aria-describedby=\"caption-attachment-5372\" style=\"width: 851px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5372\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/12800372_1285816811433205_8655434195120188943_n.png\" alt=\"FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\/Facebook A Manada\" width=\"851\" height=\"315\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/12800372_1285816811433205_8655434195120188943_n.png 851w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/12800372_1285816811433205_8655434195120188943_n-300x111.png 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/12800372_1285816811433205_8655434195120188943_n-768x284.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 851px) 100vw, 851px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5372\" class=\"wp-caption-text\">FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\/Facebook A Manada<\/figcaption><\/figure>\n<p>No in\u00edcio de 2016, surgiu, em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, A Manada. O Coletivo re\u00fane m\u00fasicos atuantes na cidade que decidiram se mobilizar para reivindicar melhores condi\u00e7\u00f5es e criar novas oportunidades de trabalho. Aos poucos, suas a\u00e7\u00f5es v\u00eam alterando a realidade local, beneficiando tanto os membros do Coletivo quanto m\u00fasicos que n\u00e3o fazem parte do grupo.<\/p>\n<p>Membro fundador d\u2019A Manada, Yuri Vieira conta que a ideia surgiu entre amigos que trabalhavam nos mesmos lugares e compartilhavam das mesmas bandas ou projetos. Tamb\u00e9m destaca que, desde o momento de sua funda\u00e7\u00e3o, o Coletivo entendeu que, al\u00e9m de lutar para melhorar sua condi\u00e7\u00e3o nos locais onde j\u00e1 atuava, tamb\u00e9m seria necess\u00e1rio criar novas oportunidades para os m\u00fasicos. \u201cA gente n\u00e3o ia conseguir melhorar de vida s\u00f3 com isso, a gente teria que criar novas alternativas, para ser mais aut\u00f4nomo na produ\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias coisas\u201d, avalia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Democratiza\u00e7\u00e3o da agenda do Coletivo<\/b><\/p>\n<p>Analisando as agendas dos estabelecimentos da regi\u00e3o nos tr\u00eas meses que antecederam \u00e0 funda\u00e7\u00e3o do Coletivo, os membros observaram que as bandas pertencentes \u00e0 Manada eram respons\u00e1veis pela maioria das apresenta\u00e7\u00f5es. Assim, decidiram que, daquele momento em diante, negociariam em conjunto com os propriet\u00e1rios, ficando respons\u00e1veis pela organiza\u00e7\u00e3o dos eventos. Surgiu tamb\u00e9m a ideia da cria\u00e7\u00e3o de uma agenda do grupo, que organizasse de maneira mais democr\u00e1tica as datas j\u00e1 preenchidas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5376\" aria-describedby=\"caption-attachment-5376\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5376 size-full\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-de-soul-music-Sagatiba.jpg\" alt=\"Banda de soul music Sagatiba. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-de-soul-music-Sagatiba.jpg 960w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-de-soul-music-Sagatiba-300x200.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-de-soul-music-Sagatiba-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5376\" class=\"wp-caption-text\">Sagatiba \u00e9 a banda de soul music d&#8217;A Manada. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Membros d\u2019A Manada, Marcelo Alfaro e Thales Pereira explicaram o modo de funcionamento e o porqu\u00ea da agenda. A princ\u00edpio, surgiu a ideia de organizar um calend\u00e1rio que determinasse uma ordem de apresenta\u00e7\u00e3o, uma esp\u00e9cie de \u201cfila\u201d, nas palavras de Marcelo. O objetivo pr\u00e1tico dessa iniciativa, de acordo com Thales, \u00e9 democratizar a agenda, de forma a garantir que todas as bandas tenham as mesmas oportunidade de se apresentar e expor sua m\u00fasica ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>A\u00e7\u00f5es que movimentam a cena<\/b><\/p>\n<p>A Manada iniciou suas atividades no carnaval deste ano. Desde ent\u00e3o, vem desenvolvendo a\u00e7\u00f5es que t\u00eam como objetivo produzir eventos que movimentem a cena na cidade e possibilitem o interc\u00e2mbio entre m\u00fasicos locais e de outros munic\u00edpios. No \u00e2mbito interno, o Coletivo realiza eventos como o \u201cBaile Black do Sagatiba\u201d e o \u201cRol\u00ea d\u2019A Manada\u201d.<\/p>\n<p>Marcelo destaca a \u201cQuarta autoral\u201d como um dos projetos mais importantes do grupo. \u201c\u00c9 a ideia de primeiro escolher uma quarta-feira, que \u00e9 um dia em que o m\u00fasico raramente est\u00e1 trabalhando, e abrir um espa\u00e7o para que ele consiga mostrar as composi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias. Isso para as pessoas conhecerem o que tem sido produzido de novo\u201d, explica. A \u201cQuarta autoral\u201d j\u00e1 foi realizada 17 vezes, sempre contanto com compositores diferentes, alguns, inclusive, de fora de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5373\" aria-describedby=\"caption-attachment-5373\" style=\"width: 818px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5373\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-\u00c0-Rita-que-comp\u00f5e-A-Manada.jpg\" alt=\"A banda \u00c0 Rita faz parte do coletivo. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"818\" height=\"544\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-\u00c0-Rita-que-comp\u00f5e-A-Manada.jpg 818w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-\u00c0-Rita-que-comp\u00f5e-A-Manada-300x200.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-\u00c0-Rita-que-comp\u00f5e-A-Manada-768x511.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 818px) 100vw, 818px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5373\" class=\"wp-caption-text\">A banda \u00c0 Rita faz parte do coletivo. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A respeito das a\u00e7\u00f5es de \u00e2mbito externo, Marcelo afirma que ainda s\u00e3o bastante recentes, mas que j\u00e1 geram bons resultados. Dois bons exemplos s\u00e3o o \u201cCircula a Manada\u201d, realizado uma vez em Lavras, e o \u201cTroca solid\u00e1ria\u201d. Ambas as iniciativas t\u00eam como objetivo criar oportunidades para os membros do coletivo tocarem fora de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei e tamb\u00e9m trazer para a cidade m\u00fasicos de outros munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Yuri afirma que, desde o in\u00edcio, o Coletivo teve a capacidade de entender o que estava ou n\u00e3o ao seu alcance em determinado momento, e que isso foi fundamental para o sucesso de suas a\u00e7\u00f5es. Thales destaca que, no processo de produ\u00e7\u00e3o de eventos, \u00e9 importante colher tudo como aprendizado. \u201cFazer do jeito que d\u00e1, ver a s\u00e9rie de erros que v\u00e3o acontecer; os resultados negativos, positivos e pronto: vamos aprender a fazer um evento melhor no pr\u00f3ximo\u201d, salienta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Diversidade est\u00e9tica das bandas do Coletivo<\/b><\/p>\n<p>A Manada \u00e9 formada por 25 membros e 12 bandas. A princ\u00edpio, surgiu mais como um coletivo de bandas que de m\u00fasicos, como conta Yuri. N\u00e3o existe uma orienta\u00e7\u00e3o est\u00e9tica \u00fanica que seja comum a todos os projetos, mas h\u00e1 uma proposta de dar \u00e0 luz tipos de sonoridades que destoem daquelas que hoje tomam conta do <i>mainstream<\/i>.<\/p>\n<p>Algumas bandas t\u00eam ideias mais claras de g\u00eanero, como a Sabatiba, que mergulha no universo da m\u00fasica soul brasileira; a Z\u00eanite, uma banda de rock\u2019n\u2019roll, e a Respeita Janu\u00e1rio!, que explora sonoridades da m\u00fasica nordestina, como o bai\u00e3o. Outras n\u00e3o se apegam a essa quest\u00e3o de g\u00eanero e possuem um repert\u00f3rio vasto e mais heterog\u00eaneo. \u00c9 o caso da banda \u00c0 Rita.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5374\" aria-describedby=\"caption-attachment-5374\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5374\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Membros-da-banda-Cifras-no-Varal-em-apresenta\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"Membros da banda Cifras no Varal em apresenta\u00e7\u00e3o. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"960\" height=\"611\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Membros-da-banda-Cifras-no-Varal-em-apresenta\u00e7\u00e3o.jpg 960w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Membros-da-banda-Cifras-no-Varal-em-apresenta\u00e7\u00e3o-300x191.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Membros-da-banda-Cifras-no-Varal-em-apresenta\u00e7\u00e3o-768x489.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5374\" class=\"wp-caption-text\">Membros da banda Cifras no Varal em apresenta\u00e7\u00e3o. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A banda Cifras no Varal realiza o projeto \u201cRoda dos Orix\u00e1s\u201d. A respeito dele, Marcelo fala \u00e0 VAN: \u201cA gente fez uma imers\u00e3o no universo da m\u00fasica afro-brasileira. Come\u00e7amos, cada um \u00e0 sua maneira, a estudar os ritmos africanos, entender quais s\u00e3os suas diferen\u00e7as, percebemos como eles estavam presentes na m\u00fasica brasileira\u201d. A Cifras j\u00e1 possui material gravado e prepara-se para lan\u00e7ar um EP de quatro faixas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Gest\u00e3o horizontal e coletiva<\/b><\/p>\n<p>O Coletivo organiza-se de maneira horizontal; ou descentralizada. Essa forma de organiza\u00e7\u00e3o implica na valoriza\u00e7\u00e3o de todos os membros e de todas as a\u00e7\u00f5es realizadas, garantindo que todos contribuam para o desenvolvimento dos projetos. Como afirma Yuri, a \u00fanica regra \u00e9 n\u00e3o ficar \u00e0 toa.<\/p>\n<p>De acordo com Marcelo, outra iniciativa fundamental do grupo foi reduzir ao m\u00e1ximo os custos da produ\u00e7\u00e3o de eventos, distribuindo entre os pr\u00f3prios membros do Coletivo as fun\u00e7\u00f5es que antes seriam terceirizadas. Uma vez reduzidos os gastos com essas etapas da produ\u00e7\u00e3o, tornou-se poss\u00edvel pagar um pre\u00e7o mais justo aos m\u00fasicos e tamb\u00e9m separar uma porcentagem da verba para a \u201ccaixinha\u201d, a fim de ser utilizada em eventos futuros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Comunica\u00e7\u00e3o com outros m\u00fasicos locais<\/b><\/p>\n<p>Os membros d\u2019A Manada dizem ainda ter dificuldade de comunica\u00e7\u00e3o com outros m\u00fasicos locais. De acordo com Thales, o Coletivo \u00e9 pouco procurado e tem como prioridade estruturar-se internamente para depois dialogar com aqueles que est\u00e3o de fora. \u201cA gente ainda n\u00e3o chegou nesse ponto de poder realmente estar em contato e expandir o processo, porque a gente ainda n\u00e3o conseguiu resolver isso internamente\u201d, conta.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5375\" aria-describedby=\"caption-attachment-5375\" style=\"width: 3061px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5375\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-Respeita-Janu\u00e1rio-que-explora-sonoridades-da-m\u00fasica-nordestina1.jpg\" alt=\"A banda Respeita Janu\u00e1rio! explora sonoridades da m\u00fasica nordestina. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"3061\" height=\"2040\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-Respeita-Janu\u00e1rio-que-explora-sonoridades-da-m\u00fasica-nordestina1.jpg 3061w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-Respeita-Janu\u00e1rio-que-explora-sonoridades-da-m\u00fasica-nordestina1-300x200.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-Respeita-Janu\u00e1rio-que-explora-sonoridades-da-m\u00fasica-nordestina1-768x512.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Banda-Respeita-Janu\u00e1rio-que-explora-sonoridades-da-m\u00fasica-nordestina1-1024x682.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 3061px) 100vw, 3061px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5375\" class=\"wp-caption-text\">A banda Respeita Janu\u00e1rio! explora sonoridades da m\u00fasica nordestina. FOTO: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Thales ainda acrescenta que as conquistas do Coletivo beneficiam todos os m\u00fasicos que atuam nos mesmos ambientes. Aos poucos, a iniciativa est\u00e1 mudando a realidade s\u00e3o-joanense para melhor. \u201cA partir do momento em que a gente se reuniu com algumas casas [de shows], prop\u00f4s e conseguiu melhorias para quem faz parte do Coletivo, depois de um tempo, naturalmente, essas melhorias estavam expandidas para todos os demais m\u00fasicos que trabalham na casa\u201d, explica.<\/p>\n<p>O m\u00fasico tamb\u00e9m refor\u00e7a que o Coletivo n\u00e3o \u00e9 capaz de abra\u00e7ar todas as quest\u00f5es que envolvem o cotidiano dos colegas de profiss\u00e3o. A cena \u00e9 prol\u00edfica, heterog\u00eanea, e, ainda que atuando no mesmo ambiente, artistas distintos passam por problemas diferentes. \u201cH\u00e1 v\u00e1rias pessoas fora do Coletivo. \u00a0Algumas, \u00e0s vezes, se sentem exclu\u00eddas. Nada impede que, observando o movimento de cria\u00e7\u00e3o de um \u00a0coletivo, elas se juntem com pessoas e criem outro que atue na mesma cena, articulando outras propostas ou as mesmas propostas de maneiras diferentes\u201d, completa.<\/p>\n<p>Marcelo enfatiza que A Manada atua em um microambiente e incentiva o surgimento de outras iniciativas semelhantes na cidade. \u201cSe cada m\u00fasico, dentro daquilo que tem em comum, come\u00e7a a se organizar, a condi\u00e7\u00e3o melhora para todos. Ent\u00e3o, a ideia do coletivo \u00e9 trabalhar no micro para gente chegar no macro, e n\u00e3o querer abra\u00e7ar a cidade inteira para tentar melhorar uma coisa que aqui no pequeno n\u00e3o est\u00e1 melhorando ainda\u201d, avalia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>TEXTO\/VAN<\/b>: Jo\u00e3o Vitor Bessa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 ouviu falar no Coletivo A Manada? N\u00e3o? N\u00f3s te apresentamos esse especial que conta um pouco da hist\u00f3ria deles. 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