{"id":15545,"date":"2025-09-29T09:49:00","date_gmt":"2025-09-29T12:49:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=15545"},"modified":"2025-10-02T15:07:51","modified_gmt":"2025-10-02T18:07:51","slug":"setembro-verde-o-papel-do-estado-da-familia-e-e-sociedade-em-relacao-a-doacao-de-orgaos-e-tecidos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/setembro-verde-o-papel-do-estado-da-familia-e-e-sociedade-em-relacao-a-doacao-de-orgaos-e-tecidos\/","title":{"rendered":"Setembro Verde: O papel do Estado, da fam\u00edlia e da sociedade na doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os e tecidos"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em><em>M\u00e9dico Rodrigo Ch\u00e1vez destaca a relev\u00e2ncia do di\u00e1logo sobre este ato que salva vidas<\/em><\/em><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Por <em>Cl\u00e9ber Lucas e L\u00eddia Oliveira<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"666\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1-1024x666.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15550\" style=\"width:538px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1-1024x666.jpeg 1024w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1-300x195.jpeg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1-768x499.jpeg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1-370x241.jpeg 370w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/set-verde-orgaos-1.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/C\u00e2mara Legislativa &#8211; Distrito Federal<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Doutor em Sa\u00fade Coletiva, com \u00eanfase em Medicina de Fam\u00edlia e Comunidade, Rodrigo Ch\u00e1vez Penha enfatiza a import\u00e2ncia de pensar a sa\u00fade em um vi\u00e9s coletivo, humanizado e dialogado. O tamb\u00e9m professor do curso de Medicina da Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei (UFSJ) avalia o impacto positivo no que diz respeito \u00e0 discuss\u00e3o social sobre quest\u00f5es que perpassam o conv\u00edvio humano, como a vida em comunidade e a nossa rela\u00e7\u00e3o com a morte e o luto. Visando a compreender de que modo esses e outros t\u00f3picos se ligam ao processo de doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os no Brasil e na regi\u00e3o mineira, em entrevista \u00e0 VAN, o m\u00e9dico esclarece d\u00favidas acerca da tem\u00e1tica que caracteriza a campanha nacional Setembro Verde. Confira!<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Estamos no m\u00eas da conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os, no entanto, esse ainda \u00e9 um tema considerado tabu em muitas fam\u00edlias. A quais fatores&nbsp;voc\u00ea associa esse estigma?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio, a gente j\u00e1 est\u00e1 lidando com uma quest\u00e3o dif\u00edcil. A maior parte das doa\u00e7\u00f5es s\u00e3o vindas de cad\u00e1veres. Ent\u00e3o, imagine voc\u00ea se aproximar de uma pessoa vivendo um luto intenso e falar que voc\u00ea quer remover os \u00f3rg\u00e3os da pessoa falecida? E essa pessoa, \u00e0s vezes, nem processou a morte. Acredito que n\u00f3s precisamos aprimorar n\u00e3o apenas nossa abordagem da fam\u00edlia enlutada e nossa abordagem das pessoas que querem doar, mas como sociedade precisamos discutir melhor a solidariedade, a morte e a perda. Principalmente, na minha opini\u00e3o, valorizar essa cultura brasileira de carinho e cuidado que a gente tem uns pelos outros, que gerou o SUS e que a gente precisa agora expandir tamb\u00e9m para temas espinhosos e desafios intr\u00ednsecos como o transplante de \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recentemente, o tema teve grande enfoque da m\u00eddia devido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade do apresentador Fausto Silva, o Faust\u00e3o. Houve muitos rumores sobre a fila de espera e bastante desinforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. Voc\u00ea poderia explicar melhor sobre o funcionamento desse processo da fila de espera e do sistema nacional de doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sim, a desigualdade \u00e9 um risco. Fausto Silva pode ter sido \u201cbeneficiado\u201d com algo que queremos para todas e todos, como o acesso a um diagn\u00f3stico r\u00e1pido, mas n\u00e3o podemos dizer que ele foi beneficiado pela fila de transplantes. Primeira coisa, a nossa pol\u00edtica \u00e9 muito acertada. O Estado precisa assumir a fila de transplantes para que \u00f3rg\u00e3os e vidas humanas n\u00e3o sejam motivo de com\u00e9rcio.<\/p>\n\n\n\n<p>A fila de transplantes \u00e9 muito interessante, porque nem todo mundo entende que, na sa\u00fade, voc\u00ea n\u00e3o segue simplesmente uma ordem, n\u00e3o \u00e9 a fila do p\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 a ordem de chegada s\u00f3.\u00a0Existem tr\u00eas crit\u00e9rios que eu quero ressaltar. O primeiro \u00e9 a gravidade do quadro que a pessoa apresenta. Toda fila de sa\u00fade vai respeitar a gravidade. Quem estiver com maior risco de morte imediata ou de uma sequela grave imediata \u00e0 sua sa\u00fade, na sua vida, vai ser priorizado para procedimentos.\u00a0A segunda coisa \u00e9 a compatibilidade. Encontramos uma pessoa dispon\u00edvel a doar, cuja fam\u00edlia autorizou a doa\u00e7\u00e3o. Ela precisa ser compat\u00edvel. Ent\u00e3o, quando voc\u00ea fala desse segundo aspecto, nem todo mundo entende que a pessoa que passou na frente na fila, \u00e9 porque o \u00f3rg\u00e3o que apareceu \u00e9 mais compat\u00edvel com o corpo dela. Por fim, a terceira coisa \u00e9 oportunidade. [&#8230;] Para isso, e isso eu tamb\u00e9m n\u00e3o consigo enfatizar o suficiente, voc\u00ea precisa de um corpo t\u00e9cnico, um servi\u00e7o p\u00fablico de servidores qualificados, bem remunerados, com capacidade de reconhecer e resolver essas situa\u00e7\u00f5es adequadamente. E as pessoas esquecem que os impostos s\u00e3o para isso. [&#8230;] Mas a gente n\u00e3o precisa lutar contra o Fausto Silva no sistema de transplantes ou em qualquer lugar. A gente precisa lutar para todos termos as mesmas oportunidades. [&#8230;] Ent\u00e3o, acredito que a gente tem que reverter essa discuss\u00e3o toda pra uma luta por direitos em sa\u00fade e entender que a sa\u00fade tem aspectos sociais e pol\u00edticos todos misturados, que a gente vai ter que conversar, em especial, quando se trata de transplantes de \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Minas Gerais, em 2025, possui mais de 4 mil pacientes aguardando por transplantes. Quais s\u00e3o, na sua experi\u00eancia e perspectiva, os desafios desse procedimento hoje, especificamente, na nossa regi\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro desafio de Minas \u00e9 a gente conseguir unir a luta em torno de um Estado bom. Tem que ser eficiente, mas, principalmente, tem que ser eficaz. Tem que atender bem a popula\u00e7\u00e3o. O que me chama mais a aten\u00e7\u00e3o, em espec\u00edfico em Minas Gerais, \u00e9 o tamanho do Estado. E n\u00f3s temos a\u00ed o segundo problema que \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de Minas, que s\u00e3o 853 munic\u00edpios. Ent\u00e3o, os di\u00e1logos ficam bastante complexos, porque s\u00e3o v\u00e1rias Minas. [&#8230;] Ent\u00e3o, a gente precisa, em Minas, lutar pelo Estado, olhar as v\u00e1rias Minas Gerais. [&#8230;] A gente precisa de programas que interiorizem o m\u00e9dico, assist\u00eancia em sa\u00fade, a enfermeira, o fisioterapeuta, toda essa estrutura l\u00e1 para fazer isso, que reconhe\u00e7am esse problema e que tenham toda a infraestrutura para deslocar para o centro urbano quando necess\u00e1rio. Para que a gente consiga, no nosso contexto espec\u00edfico, captar \u00f3rg\u00e3os no tempo certo, ter o reconhecimento se j\u00e1 podem ser doados ou n\u00e3o, e conseguir fazer a transfer\u00eancia para as pessoas que precisam.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voltando \u00e0 quest\u00e3o da fam\u00edlia, no final ela pode contestar essa decis\u00e3o depois da morte desse potencial doador? E, se a pessoa quiser, como funciona esse registro da vontade de ser uma doadora de \u00f3rg\u00e3os? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, afinal, a gente vai falar que \u00e9 a justi\u00e7a. Quem pode para a justi\u00e7a? Mas \u00e9 muito complicado voc\u00ea levar qualquer situa\u00e7\u00e3o para um sistema de discuss\u00e3o legal quando voc\u00ea tem o tempo que aquele \u00f3rg\u00e3o dura e o tempo para a morte de uma pessoa que est\u00e1 esperando ele. [&#8230;] N\u00e3o \u00e9 que a fam\u00edlia tem direito absoluto, mas n\u00e3o \u00e9 garantido aos doadores direito absoluto tamb\u00e9m, a fam\u00edlia pode contestar. O c\u00f4njuge pode contestar mediante suas pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es e sofrimento naquele momento complicad\u00edssimo. Especialmente quando a gente pensa que, infelizmente, doa\u00e7\u00f5es muitas vezes de acidentes agudos e eventos graves, a pessoa sofreu um acidente, e vendo a estat\u00edstica, era jovem, do sexo masculino, e uma pessoa previamente saud\u00e1vel. Ent\u00e3o, infelizmente, aconteceu essa trag\u00e9dia e ela queria ser doadora de \u00f3rg\u00e3os, por\u00e9m vem uma fam\u00edlia enlutada que n\u00e3o esperava por aquela morte e tomou uma s\u00e9rie de decis\u00f5es. \u00c9 muito complicado!<\/p>\n\n\n\n<p>[&#8230;]  Para a pessoa manifestar a sua vontade individual de ser doadora, existem dois documentos que s\u00e3o destacados. O primeiro \u00e9 a carteira de identidade. Se voc\u00ea desejar, voc\u00ea informa na sua carteira de identidade que voc\u00ea \u00e9 doador de \u00f3rg\u00e3os. Isso tem que ser dito na hora que voc\u00ea vai fazer a identidade. [&#8230;] E a gente tem uma outra forma, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o conhecida, que \u00e9 a autoriza\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os. Ela tem que ser registrada em cart\u00f3rio. Chama-se <a href=\"https:\/\/www.aedo.org.br\/\">AEDO.&nbsp;<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea acha que as propagandas, hoje em dia, referentes \u00e0s doa\u00e7\u00f5es de \u00f3rg\u00e3os, conseguem ajudar em algo? Ou elas acabam indo para o nicho que j\u00e1 \u00e9 doador?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A gente tem que analisar isso a partir de uma l\u00f3gica que olharia o que ela tem feito durante o tempo. Ent\u00e3o, se a gente olha para os dados de doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os, a gente v\u00ea que eles t\u00eam aumentado. No come\u00e7o, l\u00e1 em 2001, quando come\u00e7a esse registro das pessoas que querem doar, h\u00e1 um aumento muito significativo. [&#8230;] Antigamente, as pessoas olhavam poucos meios de comunica\u00e7\u00e3o. Hoje em dia, com a internet, o neg\u00f3cio ficou s\u00e9rio. Voc\u00ea tem rede social, tem site de not\u00edcias, canais pela internet. Ent\u00e3o, eu acredito que o desafio continua o mesmo, mas diferente. O desafio \u00e9 atingir todas as pessoas de uma maneira que elas entendam a quest\u00e3o, reflitam e motivem a a\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 informar. [&#8230;] A forma como a desinforma\u00e7\u00e3o chega \u00e0s pessoas \u00e9 muito r\u00e1pida, ent\u00e3o, al\u00e9m de desfazer essas <em>fake news<\/em>, tem que conseguir combater figuras p\u00fablicas de grande alcance que divulgam valores equivocados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Doutor<\/strong> <strong>Rodrigo, quantas vidas um potencial doador pode salvar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vamos dizer um doador cad\u00e1ver pode ajudar em torno de 10 pessoas. N\u00e3o vamos tirar vidas, pelo amor de Deus. A gente salva as pessoas. Ent\u00e3o \u00e9 importante fazer isso. Eu acho importante enfatizar que, por exemplo, existem doa\u00e7\u00f5es que podem ser feitas em vida mesmo, n\u00e3o precisa morrer. Medula, por exemplo, as pessoas podem ir ao Hemocentro e fazerem testes [&#8230;] fazer algumas an\u00e1lises para ver o tipo de doador ou doadora que ela \u00e9, para ver se uma ou outra pessoa pode ter compatibilidade e receber a medula dela. Ela n\u00e3o vai nem doar na hora, ela s\u00f3 vai entrar num banco de registro de medula \u00f3ssea. E a gente tem, com muito mais facilidade, bancos de sangue do que hospitais super complexos ou bancos super complexos, nas cidades. Ali\u00e1s, a gente tem o Hemocentro em S\u00e3o Jo\u00e3o Del-Rei.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais orienta\u00e7\u00f5es voc\u00ea<\/strong> <strong>considera essenciais para quem ainda tem d\u00favidas sobre ser um doador de \u00f3rg\u00e3os?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Olha, a primeira coisa \u00e9 elas fugirem das not\u00edcias falsas. Leu alguma coisa? Mesmo que seja do seu deputado de confian\u00e7a, da sua m\u00e9dica, do seu m\u00e9dico. Consulte sites confi\u00e1veis. Um site confi\u00e1vel \u00e9 o site do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Dependendo da sua forma\u00e7\u00e3o, voc\u00ea pode ler tamb\u00e9m artigos cient\u00edficos. Temos v\u00e1rias bases de dados, como a base dos peri\u00f3dicos da Capes, que oferece muitos artigos livremente. [&#8230;] Lembrar, ent\u00e3o, que ela pode manifestar que \u00e9 doador na sua identidade ou fazer esse procedimento no site da AEDO (Autoriza\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica de Doa\u00e7\u00e3o de \u00d3rg\u00e3os, Tecidos e Partes do Corpo Humano), deixar isso informado para a fam\u00edlia, conversar isso em casa e com amigos, abordar com o seu m\u00e9dico [&#8230;] A terceira coisa \u00e9 lutar por um sistema de sa\u00fade que vai conseguir te acolher e que vai conseguir fazer a sua vontade ser respeitada. N\u00e3o vai adiantar de nada se voc\u00ea discute tudo isso e tem um direito individual lindo se n\u00e3o tem um profissional qualificado, se n\u00e3o tem equipamento adequado, se est\u00e1 longe. E tamb\u00e9m, entre alguns aspectos que citei, por exemplo, lidar com essa dificuldade que a gente tem em discutir a morte.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cN\u00f3s temos que aprimorar o investimento no interior do pa\u00eds para capta\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os e para identifica\u00e7\u00e3o de pessoas. Aprimorar para que os centros hospitalares estejam dispon\u00edveis perto de todas as pessoas que precisam, e aprimorar a forma\u00e7\u00e3o das equipes, at\u00e9 de Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria e Sa\u00fade, na PSF, na sua casa, para que ele consiga conversar com as pessoas sobre doa\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os.\u201d<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doutor em Sa\u00fade Coletiva enfatiza a import\u00e2ncia de pensar a sa\u00fade em um vi\u00e9s coletivo, humanizado e dialogado, e avalia o impacto positivo no que diz respeito \u00e0 discuss\u00e3o social sobre quest\u00f5es que perpassam o conv\u00edvio humano, como a vida em comunidade e a nossa rela\u00e7\u00e3o com a morte e o luto. Em entrevista \u00e0 VAN, o m\u00e9dico esclarece d\u00favidas acerca da tem\u00e1tica que caracteriza a campanha nacional Setembro Verde. 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