{"id":15078,"date":"2025-05-26T12:26:00","date_gmt":"2025-05-26T15:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=15078"},"modified":"2025-06-22T21:22:40","modified_gmt":"2025-06-23T00:22:40","slug":"desafios-cotidianos-no-transporte-publico-sao-joanense","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/desafios-cotidianos-no-transporte-publico-sao-joanense\/","title":{"rendered":"Desafios cotidianos no transporte p\u00fablico s\u00e3o-joanense"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Por Isabella Emily Cunha, L\u00eddia Oliveira e Dirceu Vieira&nbsp;<br><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"675\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-TRANSPORTE-PUBLICO-SJDR-e1749137487959-1024x675.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-15079\" style=\"width:686px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-TRANSPORTE-PUBLICO-SJDR-e1749137487959-1024x675.png 1024w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-TRANSPORTE-PUBLICO-SJDR-e1749137487959-300x198.png 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-TRANSPORTE-PUBLICO-SJDR-e1749137487959-768x506.png 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FOTO-TRANSPORTE-PUBLICO-SJDR-e1749137487959.png 1365w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rosa conta seus entraves di\u00e1rios na utiliza\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico. Foto: L\u00eddia Oliveira<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Superlota\u00e7\u00e3o, hor\u00e1rios reduzidos, infraestrutura precarizada. Essa \u00e9 a rotina enfrentada por Rosa Dias, usu\u00e1ria do transporte p\u00fablico em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. A faxineira de 62 anos de idade, natural de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, relata as dificuldades de utilizar o transporte p\u00fablico onde reside. Moradora do alto do Bairro Bom Pastor, ela precisa se locomover diariamente entre as v\u00e1rias regi\u00f5es da cidade, enfrentando in\u00fameros impasses em seu trajeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Rosa apresenta um importante relato para que essa complexa situa\u00e7\u00e3o seja melhor compreendida pelos habitantes de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. Desde 2001, a Via\u00e7\u00e3o Presidente, empresa licitada e atualmente respons\u00e1vel pelo fornecimento de servi\u00e7o de \u00f4nibus persiste em manter uma situa\u00e7\u00e3o considerada inst\u00e1vel por parte expressiva dos usu\u00e1rios do transporte p\u00fablico coletivo, o que tende a continuar, uma vez que h\u00e1 possibilidade de nova licita\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel \u00e0 referida empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer in loco os problemas vividos pelas pessoas que dependem desse meio de locomo\u00e7\u00e3o, a reportagem conversou com Rosa no dia 26 de abril, \u00e0s 14 horas, no P\u00e1tio Matosinhos. Rosa explicou sobre a dificuldade em chegar at\u00e9 l\u00e1, utilizando o transporte p\u00fablico na data e no hor\u00e1rio escolhidos. O mesmo problema foi vivenciado pelos rep\u00f3rteres, moradores de diferentes bairros, que optaram, <em>a priori<\/em>, em tamb\u00e9m se dirigir ao local por meio dos \u00f4nibus dispon\u00edveis. A op\u00e7\u00e3o pelo transporte coletivo n\u00e3o se efetivou devido \u00e0 falta de condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para cumprimento adequado da agenda, o que obrigou os rep\u00f3rteres a caminharem por dois quil\u00f4metros a fim de encontrarem a entrevistada.<\/p>\n\n\n\n<p>Rosa contou sobre sua vida em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei e a rela\u00e7\u00e3o de afeto que nutre pela cidade onde nasceu e cresceu. Sobre seu deslocamento cotidiano, ela destacou a falta de hor\u00e1rios, a infraestrutura nos pontos de \u00f4nibus, a superlota\u00e7\u00e3o e a inseguran\u00e7a dos usu\u00e1rios e usu\u00e1rias como importantes aspectos negativos do servi\u00e7o prestado pela empresa de transporte vigente.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ONIBUS-ENTREVISTA-ONIBUS-768x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-15080\" style=\"width:527px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ONIBUS-ENTREVISTA-ONIBUS-768x1024.png 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ONIBUS-ENTREVISTA-ONIBUS-225x300.png 225w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ONIBUS-ENTREVISTA-ONIBUS-1152x1536.png 1152w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/ONIBUS-ENTREVISTA-ONIBUS.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Sinaliza\u00e7\u00e3o de ponto de \u00f4nibus no bairro Matosinhos. Foto: Isabella Emily Cunha<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Confira a entrevista completa!<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Isabella Cunha (IC): Voc\u00ea faz uso di\u00e1rio do transporte p\u00fablico?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rosa Dias (RD)<\/strong>: Sim.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC: Quantas pessoas na sua fam\u00edlia fazem uso do transporte p\u00fablico coletivo?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD<\/strong>: Atualmente, s\u00f3 eu. Porque meus filhos n\u00e3o moram mais aqui, n\u00e9!? Quando eles moravam aqui, eles tamb\u00e9m utilizavam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>L\u00eddia Oliveira (LO): Eles utilizavam para ir para a escola, cotidiano, para tudo?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD<\/strong>: Para tudo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC:<\/strong> <strong>Com que frequ\u00eancia e com quais finalidades voc\u00ea usa o transporte p\u00fablico?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD<\/strong>: Eu uso para ir trabalhar, para ir no centro pagar conta etc. Normalmente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC<\/strong>:<strong> Como voc\u00ea avalia o transporte p\u00fablico de S\u00e3o Jo\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a hor\u00e1rios, conforto, seguran\u00e7a e disponibilidade de \u00f4nibus?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD:<\/strong> Os hor\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o bons. Onde eu moro n\u00e3o tem \u00f4nibus suficiente; hor\u00e1rio de pico \u00e9 superlotado, \u00e9 um micro-\u00f4nibus. S\u00e1bados, domingos e feriados n\u00e3o tem transporte coletivo. E n\u00e3o \u00e9 bom porque s\u00f3 tem cinco hor\u00e1rios em um dia. Ent\u00e3o, assim, \u00e9 extremamente espa\u00e7ado. \u00c0 noite, a gente n\u00e3o pode sair de casa porque n\u00e3o tem transporte, nem para ir, nem para voltar. Porque depois de seis horas n\u00e3o existe mais \u00f4nibus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dirceu Vieira (DV): E qual \u00e9 exatamente a regi\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei que voc\u00ea mora?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD<\/strong> Eu moro no alto do Bom Pastor, entre o Lomb\u00e3o, o Pio XII e o Bom Pastor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC: Entendi. E essa situa\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus j\u00e1 te prejudicou em alguma fase, alguma vez?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD:<\/strong> Todos os dias. Porque eu tenho que sair de casa j\u00e1 cronometrando meu tempo para conseguir pegar outro \u00f4nibus para ir embora para casa. Ent\u00e3o, prejudica muito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC:<\/strong> <strong>Voc\u00ea j\u00e1 viveu ou presenciou alguma situa\u00e7\u00e3o desconfort\u00e1vel ou algum problema no \u00f4nibus?<\/strong><br><strong>RD<\/strong>: Eu j\u00e1 presenciei desconforto de superlota\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ter como entrar e sair do \u00f4nibus, ou n\u00e3o ter lugar para sentar. \u00c0s vezes, um idoso entra &#8211; que \u00e9 mais idoso que eu &#8211; e ningu\u00e9m d\u00e1 a prefer\u00eancia. Como \u00e9 micro-\u00f4nibus, a situa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pior, porque n\u00e3o cabem as pessoas. E tem o agravante de uma pessoa deficiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC: Como voc\u00ea avalia as tarifas cobradas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD:<\/strong> Cara, porque o espa\u00e7o de um lugar ao outro \u00e9 pequeno pelo pre\u00e7o que eles cobram.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC<\/strong>: <strong>E como voc\u00ea analisa a acessibilidade em rela\u00e7\u00e3o a diversidade de pessoas que dependem e usam o transporte p\u00fablico em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, voc\u00ea acha que s\u00e3o acess\u00edveis os \u00f4nibus para deficientes, mulheres, pessoas acima do peso?Tem um bom conforto no \u00f4nibus?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD<\/strong>: N\u00e3o, n\u00e3o acho que \u00e9 acess\u00edvel, n\u00e3o[\u2026]. Mas existem \u00f4nibus que t\u00eam acesso a cadeirantes, mas tem muitos \u00f4nibus que n\u00e3o t\u00eam esse acesso. \u00c0s vezes, as pessoas de dentro do \u00f4nibus t\u00eam que sair para poder ajudar cadeirante ou quem usa muleta, que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de subir os degraus. Muitas vezes, a gente tem que descer do \u00f4nibus pra ajudar, ent\u00e3o n\u00e3o acho nada bom[\u2026]. Cansei de ver o desconforto de uma pessoa obesa entrar no \u00f4nibus, porque \u00e9 dif\u00edcil para entrar. \u00c0s vezes, o \u00f4nibus est\u00e1 cheio, e ela n\u00e3o consegue passar. Mulher, por exemplo, se ela estiver em p\u00e9, \u00e9 muito constrangedor. \u00c9 desconfort\u00e1vel!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC: E, para fechar, quais melhorias voc\u00ea acha que podem ser realizadas nesse setor da cidade\u2026 O que voc\u00ea acha que pode melhorar?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD: <\/strong>A quantidade de \u00f4nibus e a qualidade, porque os \u00f4nibus, al\u00e9m de serem poucos, eles quebram[\u2026]. Muitas vezes, deixam a gente na m\u00e3o: \u2018voc\u00ea\u2019 t\u00e1 no hor\u00e1rio de trabalhar, e a\u00ed o \u00f4nibus quebra e \u2018voc\u00ea\u2019 perde o hor\u00e1rio do servi\u00e7o[\u2026]. Ent\u00e3o, a quantidade e a qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DV: Voc\u00ea tem mais alguma considera\u00e7\u00e3o que gostaria de falar sobre esse assunto?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD: <\/strong>A quest\u00e3o de motoristas[\u2026]. H\u00e1 motoristas muito educados, mas h\u00e1 aqueles que n\u00e3o s\u00e3o educados, que fazem grosserias, n\u00e3o d\u00e3o tempo da pessoa descer ou subir do \u00f4nibus direito. Isso j\u00e1 aconteceu comigo: ele deu um solavanco que meu bra\u00e7o saiu do lugar, eu fiquei gritando dentro do \u00f4nibus. N\u00e3o foi exatamente a culpa do motorista, mas h\u00e1 motoristas que s\u00e3o mais \u2018grossos\u2019, entendeu? E tem uns que s\u00e3o educados, muito legais[\u2026]. Tem bons e ruins.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LO: Voc\u00ea acha que os motoristas e os cobradores s\u00e3o preparados para lidar, por exemplo, com uma pessoa com defici\u00eancia, para auxiliar na subida do \u00f4nibus, na descida? Voc\u00ea percebe esse preparo dos funcion\u00e1rios?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD: <\/strong>Ah, bom, n\u00e3o[\u2026]. Nesse ponto, as vezes que eu vi, eles foram sol\u00edcitos, foram carinhosos. Agora, um constrangimento nessa parte, eu nunca presenciei. Pode at\u00e9 haver, mas eu nunca presenciei.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LO: E tem algum relato de pessoas que pegam o \u00f4nibus com a senhora, que t\u00eam reclama\u00e7\u00f5es parecidas com as suas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RD: <\/strong>Ah, sim, quase todo mundo reclama das mesmas coisas, e, inclusive, os pontos de \u00f4nibus n\u00e3o t\u00eam um lugar direito de assentar, n\u00e3o t\u00eam uma cobertura suficiente para tampar pelo menos do sol e da chuva[\u2026]. \u2018T\u00e1\u2019 bem prec\u00e1rio, \u2018t\u00e1\u2019 precisando de dar uma repaginada em tudo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IC:&nbsp; Voc\u00ea acha que os pontos de \u00f4nibus est\u00e3o bem localizados ou voc\u00ea acha que precisa fazer alguma mudan\u00e7a?\u201d<\/strong><br><strong>RD: <\/strong>Na localiza\u00e7\u00e3o, no meu ponto de vista, n\u00e3o, pelo menos pra mim, n\u00e3o. Eu tenho a reclamar que n\u00e3o tem seguran\u00e7a, em caso de chuva, sol[\u2026]. A gente tem que ficar esperando mais de horas pra pegar o \u00f4nibus. Ent\u00e3o, por exemplo, no S\u00e3o Francisco \u2018voc\u00ea\u2019 pega chuva, pega sol, e ainda fica em p\u00e9[\u2026]. Tem v\u00e1rias coisas que precisam ser mudadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Superlota\u00e7\u00e3o, hor\u00e1rios reduzidos, infraestrutura precarizada. Essa \u00e9 a rotina enfrentada por usu\u00e1rios do transporte p\u00fablico em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. Para conhecer in loco os problemas vividos pelas pessoas que dependem desse meio de locomo\u00e7\u00e3o, nossa reportagem foi \u00e0s ruas conversar com passageiros. Confira nossa entrevista com a senhora Rosa Dias! <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15079,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"yes","footnotes":""},"categories":[696,17,767,5,15,12,109,19],"tags":[153,14,84],"class_list":["post-15078","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidadania","category-cidade","category-entrevista","category-microrregiao-de-sao-joao-del-rei","category-politica","category-santa-cruz-de-minas","category-sao-joao-del-rei-microrregiao-de-sao-joao-del-rei","category-tiradentes","tag-politica","tag-sao-joao-del-rei","tag-transporte"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15078","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15078"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15078\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15171,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15078\/revisions\/15171"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15079"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15078"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15078"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15078"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}