{"id":14062,"date":"2024-07-29T13:42:00","date_gmt":"2024-07-29T16:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=14062"},"modified":"2024-07-30T17:10:46","modified_gmt":"2024-07-30T20:10:46","slug":"mes-do-rock-a-influencia-do-genero-em-sao-joao-del-rei","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/mes-do-rock-a-influencia-do-genero-em-sao-joao-del-rei\/","title":{"rendered":"M\u00eas do Rock: A influ\u00eancia do g\u00eanero em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Por Ana Cl\u00e1udia Almeida e Igor Chaves<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>Em 13 de julho de 1985, aconteceu simultaneamente em Londres (Inglaterra) e na Filad\u00e9lfia (Estados Unidos) o lend\u00e1rio festival beneficente <em>Live-Aid<\/em>, marcado por apresenta\u00e7\u00f5es de artistas consagrados no meio do rock. Levando ao \u00eaxtase milhares de presentes e bilh\u00f5es de telespectadores, esse dia se tornou um marco na hist\u00f3ria da m\u00fasica e, mais precisamente, do rock&#8217;n&#8217;roll. Atualmente, o dia 13 e o m\u00eas de julho carregam um significado especial para os f\u00e3s deste estilo de intensa energia.&nbsp;&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"504\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-1-ROCK-1024x504.jpg\" alt=\"Bowie no Live-Aid\" class=\"wp-image-14063\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-1-ROCK-1024x504.jpg 1024w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-1-ROCK-300x148.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-1-ROCK-768x378.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-1-ROCK.jpg 1356w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">David Bowie no palco do Live-Aid (1985). Foto\/Reprodu\u00e7\u00e3o: Pictorial Press Ltd\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A origem do rock&#8217;n&#8217;roll est\u00e1 ligada aos Estados Unidos dos anos 1950. Caracterizado por um som marcado pelo uso de guitarras el\u00e9tricas, uma batida consistente e vocais energ\u00e9ticos, o g\u00eanero se deu por uma fus\u00e3o de ritmos como jazz, blues, country, folk e gospel. Ent\u00e3o inserido em uma sociedade extremamente conservadora, essa quebra de paradigmas sonora j\u00e1 representava um potente impacto cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>Em s\u00edntese, com letras voltadas para amor, quest\u00f5es sociais e divers\u00e3o, as can\u00e7\u00f5es refletiam uma vontade e necessidade de mudan\u00e7a. Para o s\u00e3o-joanense ouvinte e m\u00fasico do g\u00eanero, Manoel Reis, 28, o clich\u00ea da rebeldia atrelada ao nascimento do estilo se justifica pela transi\u00e7\u00e3o de pensamento e comportamento observada nesta \u00e9poca: \u201c\u00c9 isso, a galera queria se expressar. A juventude queria se expressar [&#8230;] Colocaram isso em m\u00fasica, em atitude, em roupas, o rock&#8217;n&#8217;roll veio disso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Rock&#8217;n&#8217;roll na veia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Tratando-se de um g\u00eanero musical diversificado e com elementos t\u00edpicos marcantes, a atra\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o com o rock \u00e9 algo que atinge facilmente diversas gera\u00e7\u00f5es, principalmente a dos jovens. Foi o caso de Theo Mendes, 25, vocalista das bandas <em>Atlantis<\/em> e <em>Theo Jess &amp; the Blacksheep<\/em>s, al\u00e9m de parceiro no <em>duo<\/em> <em>Theo Mendes e Jess Rio<\/em>: &#8220;N\u00e3o tem muito segredo, o rock abrange uma variedade de m\u00fasicas que outros g\u00eaneros n\u00e3o abrangem, ent\u00e3o foi muito f\u00e1cil gostar desse estilo. Nem todos s\u00e3o do rock, mas o rock \u00e9 pra todos&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Manoel, ou &#8220;Nenel&#8221; para os \u00edntimos, um caminho inusitado o encaminhou ao g\u00eanero agitado. Surpreendentemente, ao come\u00e7ar a frequentar uma igreja evang\u00e9lica, sua admira\u00e7\u00e3o pela bateria surgiu. Durante o aprendizado do instrumento, induzido a escutar rock, influ\u00eancias diretas passaram a preencher a sua vida: \u201cA gente via muito rock na televis\u00e3o, mas quando eu tinha meus 15 anos o que me pegou foi aquela febre do Restart (&#8230;) Eu tinha cal\u00e7a colorida, enfim, era um f\u00e3 de Restart. E dali, eu fui conhecendo o emo que estava fazendo sucesso na \u00e9poca, tipo o NX Zero, o Fresno &#8220;.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os <\/strong><strong><em>rocks <\/em><\/strong><strong>do rock<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Tendo sido o Movimento do Rock alavancado por vocalistas ousados e talentosos, como Elvis Presley e Little Richard, a populariza\u00e7\u00e3o global do g\u00eanero gerou in\u00fameros subg\u00eaneros ao longo das d\u00e9cadas, como <em>punk rock<\/em>, <em>hard rock<\/em>, <em>heavy metal<\/em>, <em>grunge<\/em>, e muitos outros. Cada um possuindo caracter\u00edsticas pr\u00f3prias bem definidas, ocasionou a atual a exist\u00eancia de nichos sociais ligados ao g\u00eanero.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Manoel diz considerar as fases da vida e as companhias fatores determinantes para a inser\u00e7\u00e3o em determinada subcultura do rock. Confessando ter sofrido influ\u00eancia musical de conhecidos ao adentrar no universo do skate, o entusiasta do estilo h\u00e1 pelo menos 10 anos citou sua transi\u00e7\u00e3o de encanto passando por grupos cl\u00e1ssicos de <em>heavy metal<\/em>, depois <em>punk<\/em> e, por fim,&nbsp; <em>grunge<\/em>. Al\u00e9m disso, atualmente atuando por tr\u00e1s dos palcos, uma participa\u00e7\u00e3o em banda foi outro momento especial atrelado ao g\u00eanero que ele relatou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-2-ROCK-VAN.jpg\" alt=\"Manoel tocando na banda Dedo do Meio.\" class=\"wp-image-14064\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-2-ROCK-VAN.jpg 960w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-2-ROCK-VAN-300x225.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-2-ROCK-VAN-768x576.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-2-ROCK-VAN-200x150.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Manoel integrou o grupo Dedo do Meio de 2014 a 2016. Foto: Arquivo pessoal\/Manoel Reis<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A banda Dedo do Meio, origin\u00e1ria de Santa Cruz de Minas e formada em 2012, j\u00e1 teve algumas forma\u00e7\u00f5es diferentes e foca em m\u00fasicas autorais e covers em seus shows. \u201cQuando eu comecei a andar de skate eu conhecia os caras que tinham uma banda totalmente de rock and roll, zona raiz, skate puro, e eu fiquei doido, ia no show dos caras e curtia muito. A\u00ed, um deles saiu da banda, me chamaram e deu certo. (\u2026) Muito legal, foi uma \u00e9poca que a gente fez alguns shows em S\u00e3o Jo\u00e3o, a galera nos conheceu bastante e nisso a gente se organizou para gravar uma demo&#8221;, conta animado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Jessyca Rio, 27, integrante da banda <em>Theo Jess &amp; the Blacksheep<\/em>s, e tamb\u00e9m do <em>duo<\/em> <em>Theo Mendes e Jess Rio<\/em>, s\u00e3o essas ramifica\u00e7\u00f5es que tornam o rock t\u00e3o especial. O pr\u00f3prio g\u00eanero alcan\u00e7ou gera\u00e7\u00f5es mais novas no apogeu dos anos 2000, quando se popularizou atrav\u00e9s do&nbsp; <em>happy rock <\/em>e do <em>power pop<\/em>. Segundo a cantora, nas \u00faltimas d\u00e9cadas o rock&#8217;n&#8217;roll se viu em caminhos antes inimagin\u00e1veis. Sobre essa amplitude, Jess Rio comenta: &#8220;O que mais me atrai no rock \u00e9 a versatilidade em poder cantar e compor sobre diversos assuntos, e explorar o g\u00eanero mediante diversos subtipos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O rock no Brasil e em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>No Brasil, nomes como Paralamas do Sucesso e Tit\u00e3s aparecem quando falamos de rockwave<em>. <\/em>No mais, o pop rock nacional consagrou artistas, como Rita Lee e Cazuza. Em suma, a ascens\u00e3o do estilo marcou gera\u00e7\u00f5es, por\u00e9m atualmente, seus subg\u00eaneros est\u00e3o cada vez mais independentes, se distanciando de sua origem e assumindo locais antes preenchidos pelo cl\u00e1ssico rock&#8217;n&#8217;roll. Jessyca Rio classifica esse processo como natural: &#8220;O rock teve sua \u00e9poca de auge. Hoje em dia, outros g\u00eaneros musicais dominam. No futuro, \u00e9 poss\u00edvel que ele tome novamente um lugar de destaque. O mundo est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o e os g\u00eaneros musicais precisam disso tamb\u00e9m&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A compositora e musicista, junto de seu irm\u00e3o, o j\u00e1 mencionado Theo,&nbsp; come\u00e7aram sua jornada musical bem novos. Juntos, eles encontraram na arte um espa\u00e7o de afinidade e liberdade e enxergaram esse ambiente de conforto como uma oportunidade de neg\u00f3cio nos palcos de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. &#8220;Foi dif\u00edcil no come\u00e7o mas hoje j\u00e1 posso dizer que consigo viver fazendo apenas o que amo&#8221;, Theo confidenciou.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:15px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-1024x682.png\" alt=\"Irm\u00e3os Theo e Jessyca.\" class=\"wp-image-14065\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-1024x682.png 1024w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-300x200.png 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-768x512.png 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-1536x1023.png 1536w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN-900x600.png 900w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-3-ROCK-VAN.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os irm\u00e3os Theo Mendes e Jessyca Rio. Foto: Arquivo pessoal\/Reprodu\u00e7\u00e3o\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:17px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ao longo do \u00faltimo ano, os irm\u00e3os se apresentaram em diversos bares, pubs e eventos da cidade. Na frente do p\u00fablico, conseguem ter a certeza de que trilham o caminho certo, agora no <em>backstage,<\/em> a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 um pouco diferente. Tanto Theo quanto Jessyca sentem que o apelo cultural movido por S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei deixa a desejar quando o assunto \u00e9 rock e espa\u00e7o: &#8220;Para os m\u00fasicos, principalmente do pop e rock, n\u00e3o h\u00e1 muitos eventos p\u00fablicos que nos beneficiem. O setor privado, como bares e casas de shows, s\u00e3o os que mais geram oportunidades para nossa \u00e1rea&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Novos caminhos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Esse momento do rock n\u00e3o \u00e9 exclusivo da regi\u00e3o das Vertentes. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, assistimos um movimento contr\u00e1rio \u00e0quele que acendeu o g\u00eanero no s\u00e9culo passado. No Brasil, festivais consagrados gra\u00e7as aos m\u00fasicos do rock&#8217;n&#8217;roll tentam encontrar novos rumos, buscando se reinventar. Sobre esse t\u00f3pico, Theo Mendes cita o famoso <em>Rock in Rio<\/em>, lan\u00e7ado na d\u00e9cada de 1980: &#8220;No Brasil o rock e a evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o andam juntos, nem no mundo. Hoje em dia, esse estilo musical est\u00e1 ficando escasso [&#8230;]. Um exemplo disso \u00e9 o <em>Rock in Rio <\/em>estar repleto de artistas do pop e do funk, um local que antes era o epicentro do rock&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, embora esteja em conflito com o passar do tempo, em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei especificamente, \u201caos trancos e barrancos\u201d, o rock&#8217;n&#8217;roll ainda se faz presente: &#8220;O p\u00fablico ama o rock [&#8230;]. O rock em SJDR diminuiu em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00fasicos, mas a aceita\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 sempre boa, at\u00e9 porque o que \u00e9 bom, pode passar o tempo que for, vai continuar sendo bom&#8221;, refor\u00e7ou Theo. Para ele e Jessyca, uma solu\u00e7\u00e3o seria desenvolver mais iniciativas que dessem oportunidades para artistas e bandas regionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o m\u00eas do rock celebra os m\u00fasicos, os f\u00e3s e todos os outros que fazem e fizeram parte do movimento. Manoel, Jessyca, Theo, as bandas Dedo do Meio, <em>Atlantis<\/em> e os <em>Blacksheeps<\/em>, assim como o cen\u00e1rio cultural de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, Minas e do Brasil, se unem para refor\u00e7ar a hist\u00f3ria do rock&#8217;n&#8217;roll e marcar as p\u00e1ginas dessa jornada. Do <em>indie rock <\/em>ao <em>punk, <\/em>no fim do dia,<em> <\/em>o que vale focar, nas palavras de Jess, \u00e9 \u201cacreditar, se permitir e sempre seguir em frente.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\"><strong>SERVI\u00c7O<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Para acompanhar e aproveitar o trabalho de artistas do rock da regi\u00e3o, acesse:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Instagram<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Dedo do Meio &#8211; @osdedodomeio<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Theo Jess &amp; the Blacksheep<\/em>s &#8211; @bandablacksheeps<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Rock SJ &#8211; @rock_SJ<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">SoundCloud&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Demo da Banda Dedo do Meio: <a href=\"https:\/\/m.soundcloud.com\/kakko-j-sef-wojtylla\/5-dedo-do-meio-sexta-feira-13\">https:\/\/m.soundcloud.com\/kakko-j-sef-wojtylla\/5-dedo-do-meio-sexta-feira-13<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 13 de julho de 1985, aconteceu em Londres (Inglaterra) e na Filad\u00e9lfia (Estados Unidos) o lend\u00e1rio festival beneficente Live-Aid, marcado por apresenta\u00e7\u00f5es de artistas consagrados do rock. 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