{"id":12680,"date":"2023-06-13T16:46:03","date_gmt":"2023-06-13T19:46:03","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=12680"},"modified":"2023-06-13T16:46:04","modified_gmt":"2023-06-13T19:46:04","slug":"o-amor-permeia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/o-amor-permeia\/","title":{"rendered":"O amor permeia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Por Isabela Barbosa e J\u00falia Diniz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Dia 12 de Junho, dia dos namorados no Brasil, em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"564\" height=\"564\" src=\"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-13-at-16.39.25.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12681\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-13-at-16.39.25.jpeg 564w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-13-at-16.39.25-300x300.jpeg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-06-13-at-16.39.25-150x150.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O amor pode ser muita coisa, o amor rom\u00e2ntico ent\u00e3o.. nem se fala. Na nossa cidadela hist\u00f3rica ao olhar na esquina se encontra o amor: em um casal que passeia, todos os dias, com os cachorros; em fam\u00edlias a caminho da escola com seus pequenos; em adolescentes que vivenciam seus primeiros encontros; em jovens casais e, claro, em casais de longa data. Esses s\u00e3o os que surpreendem, as presentes bodas de ouro que, muitas vezes, nem sequer contaram com um casamento oficial. Em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, existe muita hist\u00f3ria, amores que completam 50 anos de vida ou muito mais. A vida que o amor tr\u00e1s&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Dia desses, saio de casa em um hor\u00e1rio nada costumeiro e, como uma daquelas sortes que se d\u00e1 na simplicidade do cotidiano, me deparo com Edgar e Ros\u00e2ngela. Capaz que \u00e9 assim que o amor acontece, um vislumbre feito estrela cadente. E o desejo \u00e9 que haja um iluminar dos dias para al\u00e9m do sol, afinal de contas, tudo parece mais vivo quando se ama. Esse pensamento me faz aproximar do casal pimposo que me cumprimenta, \u2018\u2019bom dia\u2019\u2019 e \u2018\u2019oi\u2019\u2019 acompanhado de um sorriso no rosto. Bom, eles devem ter percebido o olhar curioso, talvez seja minha deixa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOi!\u201d, digo animada e um tanto quanto apreensiva, mas absolutamente curiosa demais pra deixar passar essa oportunidade. Nos introduzimos e, numa simp\u00e1tica manh\u00e3 de segunda, conhe\u00e7o a vida do amor. O vento estava frio, mas os bra\u00e7os entrela\u00e7ados dos dois aqueceu ainda mais que o sol. O sol estava a brilhar, tal qual os olhos do senhor ao me contar suas aventuras com a companheira. Edgar e Ros\u00e2ngela tinham sintonia, um completando a frase do outro. Tinham amor, calor, brilho, tinham vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao som de Milton Nascimento, o casal se conheceu: \u201cFoi uma hist\u00f3ria engra\u00e7ada, que envolvia rodinhas de m\u00fasica e ir acampar escondido no meio do mato\u201d conta Edgar. Os acampamentos se repetiam, e acabaram levando ao amor, ou talvez o amor tenha levado aos acampamentos. A vida e o amor compartilham essa magia, os acasos e acontecimentos do amar e do viver. Os acasos que levaram Edgar e Ros\u00e2ngela a se apaixonar, levaram ao relacionamento do casal, que originou muita vida. Al\u00e9m da fam\u00edlia formada por eles, o amor e a alegria do casal levam vida a quem toca e por onde passa, nessa manh\u00e3 de segunda, tive a sorte de ser atingida por essa vida.<\/p>\n\n\n\n<p>O amor, como diz Edgar, \u201cn\u00e3o \u00e9 nada muito moral ou careta\u201d, mas companheirismo e alegria. Agrade\u00e7o imensamente pelo encontro, me despe\u00e7o, e passo o restante do dia refletindo: para al\u00e9m do Dia dos Namorados, sorte mesmo \u00e9 daqueles que encontram a vida no amor e o amor na vida, parceiros que te veem, do jeitinho que voc\u00ea \u00e9, sejam esses rom\u00e2nticos ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez essas sortes do acaso devam ser agarradas, percebidas. O amor do toque, junto com o das palavras faz com que essa hist\u00f3ria seja a mais gostosa de ser escutada. Conversar com o casal foi como abrir um livro novo, que voc\u00ea sente que ir\u00e1 mudar suas perspectivas, apenas com palavras. \u2018\u2019Voc\u00ea mostra mais o amor pelas a\u00e7\u00f5es, e faz parte saber abrir m\u00e3o de algumas coisas, mas sem que isso te apague.\u2019\u2019 \u00c9, talvez n\u00e3o haja borracha que apague essas palavras da minha mente, at\u00e9 porque um bom script real vai de caneta mesmo, assumindo riscos e se divertindo com o rolar da tinta que permeia no amor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Felizes aqueles que encontram a vida no amor e o amor na vida&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12681,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[765,714],"tags":[150],"class_list":["post-12680","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte","category-cronica-2","tag-cronica"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12680","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12680"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12680\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12682,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12680\/revisions\/12682"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12681"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}