{"id":11764,"date":"2022-11-08T21:35:52","date_gmt":"2022-11-09T00:35:52","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/?p=11764"},"modified":"2022-11-08T21:37:52","modified_gmt":"2022-11-09T00:37:52","slug":"festival-hibrido-de-cinema-negro-nicho-novembro-reune-31-filmes-e-vai-ate-domingo-veja-programacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/festival-hibrido-de-cinema-negro-nicho-novembro-reune-31-filmes-e-vai-ate-domingo-veja-programacao\/","title":{"rendered":"Festival H\u00edbrido de Cinema Negro, NICHO NOVEMBRO, re\u00fane 31 filmes e vai at\u00e9 domingo; veja programa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A quarta e maior edi\u00e7\u00e3o do festival ocorre predominantemente em formato presencial no Centro Cultural S\u00e3o Paulo, com reprises na plataforma de streaming SALA 54<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Por &nbsp;Isadora Jales, Laura Pereira, Jordana Nery, <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Giovana Fuccio, Celine, Hanna Alvarenga, <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Jo\u00e3o Gabriel, Larissa Lima, Vit\u00f3ria Cristina, Rafael, Gustavo<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou, na \u00faltima sexta (04), a edi\u00e7\u00e3o 2022 do <strong>Festival NICHO Novembro<\/strong>, focado em produ\u00e7\u00f5es audiovisuais que retratam as culturas e viv\u00eancias negras do Brasil e do mundo. De volta ao presencial (ap\u00f3s a pandemia do COVID-19), o evento \u00e9 organizado pelo Instituto <a href=\"about:blank\">NICHO 54,<\/a> fundado em 2019 e que trabalha pelo desenvolvimento da carreira de profissionais negros no setor audiovisual. O festival, em formato presencial, \u00e9 gratuito at\u00e9 o dia 13\/11 e acontece simultaneamente no <a href=\"about:blank\">Centro Cultural de S\u00e3o Paulo<\/a> e no <a href=\"about:blank\">Instituto Moreira Salles,<\/a> al\u00e9m da programa\u00e7\u00e3o online dispon\u00edvel para todo o Brasil pela plataforma <a href=\"about:blank\">SALA 54.<\/a> Apenas as atividades abertas necessitam de ingresso, que poder\u00e3o ser retirados na <a href=\"about:blank\">p\u00e1gina do evento no Sympla<\/a> ou no dia e nos locais dos eventos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da Mostra de Filmes, o festival promove Pain\u00e9is de Mercado, Exposi\u00e7\u00f5es, Workshops e Celebra\u00e7\u00f5es, podendo o p\u00fablico participar das rodas de conversa sobre os filmes, conferir a exposi\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica in\u00e9dita sobre a trajet\u00f3ria do Instituto NICHO 54, curtir um show musical com a banda <a href=\"about:blank\">AfroJam -SP<\/a> e assistir uma sess\u00e3o especial ao ar livre, no Jardim Suspenso do CCSP. A Mostra contempla a exibi\u00e7\u00e3o de 31 filmes, incluindo t\u00edtulos que passaram por festivais internacionais como a Berlinale, o Blackstar e Locarno, e dentre os Pain\u00e9is de Mercado destaca-se a presen\u00e7a de Maria Angela de Jesus, da Paramount. Os ingressos de cinema poder\u00e3o ser retirados na bilheteria da <strong>sala Lima Barreto &#8211; sala de cinema do CCSP<\/strong> &#8211; com 1 hora de anteced\u00eancia, e o acesso ao show e \u00e0 sess\u00e3o ao ar livre podem ser adquiridos via Sympla.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO Nicho Novembro \u00e9 o evento mais importante do ano para o Instituto Nicho 54. Em 10 dias, como parte da agenda de celebra\u00e7\u00e3o e lutas da comunidade negra que marca o m\u00eas de novembro, o festival materializa nossos tr\u00eas eixos de atua\u00e7\u00e3o, com atividades de forma\u00e7\u00e3o profissional no audiovisual, debates e contribui\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para a constru\u00e7\u00e3o de um mercado de trabalho com equidade racial e de g\u00eanero, e curadoria, com uma mostra de filmes que celebra as vidas negras em toda nossa pot\u00eancia e complexidade\u201d, diz Fernanda Lomba, cofundadora e diretora-executiva do Nicho 54.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O Festival se prepara para receber, durante os dias 4 e 13 de novembro, mais de mil pessoas nas atividades presenciais e outras 1,5 mil pessoas via plataforma de streaming. Confira a programa\u00e7\u00e3o completa acessando <a href=\"about:blank\">este <\/a>link.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Nicho Novembro \u00e9 o evento mais importante do ano para o Instituto Nicho 54. Em 10 dias, como parte da agenda de celebra\u00e7\u00e3o e lutas da comunidade negra que marca o m\u00eas de novembro, o festival materializa nossos tr\u00eas eixos de atua\u00e7\u00e3o, com atividades de forma\u00e7\u00e3o profissional no audiovisual, debates e contribui\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas para a constru\u00e7\u00e3o de um mercado de trabalho com equidade racial e de g\u00eanero, e curadoria, com uma mostra de filmes que celebra as vidas negras em toda nossa pot\u00eancia e complexidade\u201d, diz Fernanda Lomba, cofundadora e diretora-executiva do Nicho 54.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse o perfil do<a href=\"about:blank\"> Instagram do Nicho 54.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-01.jpg\" alt=\"Festival H\u00edbrido de Cinema Negro\" class=\"wp-image-11763\" width=\"839\" height=\"557\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-01.jpg 602w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-01-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 839px) 100vw, 839px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fotos da abertura do Festival em 04\/11, por Guilherme Souza<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-02.jpg\" alt=\"Festival H\u00edbrido de Cinema Negro\" class=\"wp-image-11762\" width=\"841\" height=\"559\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-02.jpg 602w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/festival-hibrido-de-cinema-negro-02-300x199.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fotos da abertura do Festival em 04\/11, por Guilherme Souza<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>NICHO 54<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Fundado e liderado por profissionais negros (Fernanda Lomba, Heitor Augusto e Raul Perez) desde 2019, o Instituto <strong>NICHO 54 <\/strong>trabalha pela promo\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dos negros brasileiros na ind\u00fastria audiovisual por meio de iniciativas de treinamento e partilha de conhecimento; curadoria e (re)constru\u00e7\u00e3o de imagin\u00e1rios; e uma interface v\u00edvida com os participantes da ind\u00fastria. Com o objetivo de <strong><em>promover um ambiente de igualdade racial, com aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 interseccionalidade &#8211; g\u00eanero, classe e orienta\u00e7\u00e3o sexual &#8211;<\/em><\/strong>, os esfor\u00e7os do instituto est\u00e3o concentrados no apoio \u00e0 carreira de pessoas negras em posi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a criativa, intelectual e econ\u00f4mica na ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica.<\/p>\n\n\n\n<p>O NICHO 54&nbsp; trabalha a partir de tr\u00eas eixos integrados: Forma\u00e7\u00e3o, Curadoria e Mercado. Vislumbrada de forma hol\u00edstica, a <strong>Forma\u00e7\u00e3o <\/strong>se espalha por toda a atua\u00e7\u00e3o do instituto e compreende desde atividades de treinamento e aprimoramento das habilidades t\u00e9cnicas e criativas quanto o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias. J\u00e1 o eixo <strong>Mercado<\/strong> promove est\u00edmulos \u00e0 aproxima\u00e7\u00e3o entre profissionais e a ind\u00fastria, bem como a proposi\u00e7\u00e3o de novos marcadores para a cultura de trabalho em audiovisual no Brasil. Entre ela est\u00e3o: constru\u00e7\u00e3o de banco de dados de profissionais negros, sensibiliza\u00e7\u00e3o de agentes contratantes e realiza\u00e7\u00e3o de ambientes de mercado para projetos de realizadores negros. J\u00e1 a <strong>Curadoria <\/strong>se configura como o olhar e disputa do imagin\u00e1rio, tanto na programa\u00e7\u00e3o de filmes para o p\u00fablico em geral quanto na oferta de oficinas e viv\u00eancias curatoriais para jovens profissionais negros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>*texto retirado do <\/strong><a href=\"about:blank\"><strong>Site Institucional<\/strong><\/a><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A SALA 54<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A Sala 54 surgiu como alternativa \u00e0 impossibilidade do p\u00fablico de se reunir pessoalmente em uma sala de cinema para compartilhar filmes pretos, principal proposta da primeira edi\u00e7\u00e3o do Nicho Novembro, realizada em 2019 na sala de cinema do Jardim do Centro. Portanto, a SALA 54 \u00e9 a plataforma de streaming do NICHO 54, onde o p\u00fablico pode ter acesso \u00e0s mostras de filmes do Eixo Curadoria de forma gratuita e acess\u00edvel a todas as pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><em>SINOPSES<\/em><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"1\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; CANH\u00c3O DE BOCA<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Canh\u00e3o de Boca \u00e9 um document\u00e1rio com 52 minutos de dura\u00e7\u00e3o, realizado por \u00c2ngelo Lopes e produzido por Samira Pereira. Ele aborda a constru\u00e7\u00e3o da liberdade em Cabo Verde a partir dos programas de r\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p>O filme in\u00e9dito discute a cria\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Liberta\u00e7\u00e3o, em 1967,&nbsp; para difundir os ideais do Partido Africano para a Independ\u00eancia da Guin\u00e9-Bissau e&nbsp; Cabo Verde (PAIGC).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesclando presente e passado, a obra conta com a participa\u00e7\u00e3o de Am\u00e9lia Ara\u00fajo, a principal locutora e animadora da R\u00e1dio Liberta\u00e7\u00e3o, emissora criada em 1967 e utilizada pelo PAIGC para difundir suas ideias durante o conflito que op\u00f4s o Partido ao Ex\u00e9rcito Portugu\u00eas na luta pela independ\u00eancia (1963\/1974). Participam tamb\u00e9m a economista e comentarista cabo-verdiana Ros\u00e1rio Luz e o diretor da R\u00e1dio Morabeza de Cabo Verde, Nuno Andrade Ferreira.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"2\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; A PERDA DE JOY<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No curta de Juliana Kasumu, a jovem \u201cFaith\u201d (em portugu\u00eas, \u201cF\u00e9\u201d) trava uma batalha interna contra o luto para aceitar o primeiro anivers\u00e1rio da morte de sua irm\u00e3. A chegada de Ol\u00edvia, amiga e ex-companheira, cria uma nova nuance na jornada da protagonista. Com Michelle Tiwo, Shanay Neusum-James, Deji Tiwo, o curta de 15 minutos do Reino Unido promete emocionar os espectadores atrav\u00e9s da evolu\u00e7\u00e3o da personagem ao explorar sua pr\u00f3pria vulnerabilidade.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"3\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; ESCONDERIJO DOS LAGOS G\u00caMEOS<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&#8220;Esconderijo dos lagos g\u00eameos&#8221;, em ingl\u00eas, &#8220;Twin Lakes Haven&#8221; \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o de 22 minutos de autoria de Philbert Aim\u00e9 Mbabazi Sharangabo, que conta a hist\u00f3ria de uma mulher e um casal. Em uma casa solit\u00e1ria nas proximidades dos lagos g\u00eameos no norte de Ruanda, a jovem mulher, muito misteriosa, passa uma curta estadia na casa do casal. Ao longo desse tempo, os tr\u00eas come\u00e7am a se aproximar aos poucos, provocando mist\u00e9rios e curiosidades.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"4\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; AINDA ESTAMOS AQUI<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Com o t\u00edtulo original de <em>\u201cNos Tenemos\u201d, <\/em>o document\u00e1rio porto riquenho, de 2022,conta a hist\u00f3ria de jovens moradores da ilha caribenha, que tamb\u00e9m \u00e9 um territ\u00f3rio n\u00e3o incorporado dos Estados Unidos. Em meio \u00e0s montanhas, no centro de Porto Rico, a cidade de Comer\u00edo enfrenta a devasta\u00e7\u00e3o causada pelo Furac\u00e3o Maria, trazendo ainda mais transtornos para uma popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 abalada por crises econ\u00f4micas e pol\u00edticas. Liderados por Mariangelie Ortiz, de 24 anos, jovens moradores viajam para Washington D.C. para protestar no Congresso do que \u00e9, oficialmente, o governo de seu pa\u00eds. O filme registra uma jornada de protagonismo juvenil, amadurecimento e luta pelo futuro de suas vidas e de suas comunidades.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"5\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; SESS\u00c3O BRUTA<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Com t\u00edtulo original de &#8220;Se\u00e7\u00e3o Bruta&#8221; de As Talavistas e ela.ltda, o longa vencedor da Mostra Aurora da 25\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Mostra de Tiradentes, \u00e9 um filme que est\u00e1 sempre por fazer, em um processo ilimitado de in\u00edcios, meios e fins. Possui a dura\u00e7\u00e3o de 1h24 com o g\u00eanero experimental nacional. Rodado a quente com uma c\u00e2mera Mini-DV, em 2018, sem grandes preparativos, mas com muito suor e cerveja, o filme se apresenta como uma sucess\u00e3o de pr\u00f3logos de um filme sempre por fazer. O que une todos \u00e9 o desejo de pegar para si uma fatia do mundo.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"6\">\n<li><strong>SINOPSE &#8211; MEN NAN MEN<\/strong>&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Estella Valsain \u00e9 ex-aluna de cinema do Instituto Art\u00edstico, mas trabalha principalmente como professora, pois no Haiti h\u00e1 poucas oportunidades para cineastas.<\/p>\n\n\n\n<p>Inspirada pela s\u00e9rie estadunidense&nbsp; \u201cOrange is The New Black\u201d, que se passa em um pres\u00eddio feminino dos Estados Unidos, Estella percebeu como as mulheres dessa realidade precisam de apoio e re\u00fane suas amigas para dar oficinas de artesanato para mulheres encarceradas de uma pris\u00e3o da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da solidariedade de sua comunidade, \u201cMen Nan Men\u201d \u00e9 um document\u00e1rio que acompanha o trabalho de Estella com mulheres no sistema prisional e d\u00e1 voz a essa popula\u00e7\u00e3o negligenciada.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" type=\"1\" start=\"7\">\n<li><strong>Sinopse de \u201cManh\u00e3 de Domingo\u201d<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Em \u201cManh\u00e3 de Domingo\u201d, o diretor e roteirista Bruno Ribeiro apresenta Gabriela: uma jovem pianista rumo \u00e0 uma apresenta\u00e7\u00e3o. Da exaust\u00e3o das aulas e ensaio;&nbsp; dos sil\u00eancios e vazios, a jovem experi\u00eancia um passado que flutua no presente. No dia anterior ao seu grande recital, Gabriela sonha com a m\u00e3e e a partir desse encontro on\u00edrico, \u00e9 lan\u00e7ada aos encontros que a permitem harmonizar suas mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 um espa\u00e7o criado para abrigar eventos e\/ou not\u00edcias relacionadas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de reflex\u00f5es sobre a Consci\u00eancia Negra nas mais diversas narrativas. Que as informa\u00e7\u00f5es postadas nos ajudem a desenvolver uma atmosfera mais inclusiva por onde passarmos! Ubuntu!!!<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11759,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"cybocfi_hide_featured_image":"yes","footnotes":""},"categories":[728],"tags":[152],"class_list":["post-11764","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-consciencia-negra","tag-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11764"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11768,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764\/revisions\/11768"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11759"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/van\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}