{"id":6328,"date":"2018-07-19T09:30:51","date_gmt":"2018-07-19T12:30:51","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/?p=6328"},"modified":"2018-06-27T00:08:51","modified_gmt":"2018-06-27T03:08:51","slug":"musica-sao-joanense-tradicao-cultura-e-reconhecimento","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/alunos\/musica-sao-joanense-tradicao-cultura-e-reconhecimento\/","title":{"rendered":"M\u00fasica s\u00e3o-joanense: tradi\u00e7\u00e3o, cultura e reconhecimento"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>M\u00fasica s\u00e3o-joanense: tradi\u00e7\u00e3o, cultura e reconhecimento<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_6330\" style=\"width: 1376px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6330\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6330 size-full\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/\u00c0-Rita.jpg\" alt=\"\" width=\"1366\" height=\"653\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/\u00c0-Rita.jpg 1366w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/\u00c0-Rita-300x143.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/\u00c0-Rita-768x367.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/\u00c0-Rita-1024x490.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1366px) 100vw, 1366px\" \/><p id=\"caption-attachment-6330\" class=\"wp-caption-text\"><em>Rita Moreira, vocalista do Trio A Rita (Foto: Arquivo)\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em><\/p><\/div>\n<p>A hist\u00f3ria de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei com a m\u00fasica \u00e9 longa e intensa. Podemos dizer que acompanh\u00e1-la na cidade \u00e9, ao mesmo tempo, entender a hist\u00f3ria da pr\u00f3pria S\u00e3o Jo\u00e3o. Ao passo que a m\u00fasica exerce uma influ\u00eancia sobre os elementos, as pessoas e as institui\u00e7\u00f5es, estas tamb\u00e9m desempenham uma interfer\u00eancia sob a m\u00fasica, como \u00e9 o caso da m\u00eddia local que retrata os acontecimentos ligados a essa express\u00e3o art\u00edstica e os perfis que a movimentam.<\/p>\n<p>A cidade dos sinos ficou assim conhecida depois da constru\u00e7\u00e3o das suas igrejas e do tilintar dos muitos sinos que alertavam e alertam at\u00e9 hoje a popula\u00e7\u00e3o dos acontecimentos das igrejas, como os hor\u00e1rios das missas, e da cidade, ao oferecer uma esp\u00e9cie de obitu\u00e1rio e o hor\u00e1rio local. Um elemento marcante presente tamb\u00e9m nas estruturas dessas obras \u00e9 o ouro, que marca o contexto de desenvolvimento econ\u00f4mico em que surgiu S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei no s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Mauro Lovatto coordena o Centro de Refer\u00eancia Musicol\u00f3gica Jos\u00e9 Maria Neves (Cerem), entidade da Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del Rei (UFSJ) que estuda e pesquisa a produ\u00e7\u00e3o musical da cidade. Ele destaca que esse contexto proporcionou um rico desenvolvimento cultural nas artes em geral, mas principalmente na m\u00fasica: \u201cA gente v\u00ea isso nas igrejas, nas coisas que ficaram desse per\u00edodo da funda\u00e7\u00e3o da cidade. O que a gente percebe \u00e9 que, nesse momento, a m\u00fasica foi a arte que encontrou mais resson\u00e2ncia no seio da comunidade, que as pessoas mais se envolveram e a cidade hoje tem essas orquestras de 300 anos justamente por essa rela\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica faz parte da comunidade\u201d.<\/p>\n<p>Uma demonstra\u00e7\u00e3o disso \u00e9 o Conservat\u00f3rio Estadual de M\u00fasica Padre Jos\u00e9 Maria Xavier, que j\u00e1 completa 65 anos. Suporte para forma\u00e7\u00e3o de m\u00fasicos na regi\u00e3o, foi criado inicialmente para auxiliar \u00e0s orquestras Ribeiro Bastos e Lira S\u00e3o-joanense, ambas bicenten\u00e1rias. Atualmente, o conservat\u00f3rio trabalha com 18 instrumentos diferentes e atinge uma vasta diversidade de alunos, al\u00e9m de oferecer um esbo\u00e7o da pr\u00e1tica profissional por meio dos est\u00e1gios para os estudantes do curso de M\u00fasica da UFSJ.<\/p>\n<div id=\"attachment_6332\" style=\"width: 1376px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6332\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6332 size-full\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Orquestra.jpg\" alt=\"\" width=\"1366\" height=\"649\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Orquestra.jpg 1366w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Orquestra-300x143.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Orquestra-768x365.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Orquestra-1024x487.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1366px) 100vw, 1366px\" \/><p id=\"caption-attachment-6332\" class=\"wp-caption-text\"><em>Apresenta\u00e7\u00e3o da Orquestra Ribeiro Bastos (Foto: Arquivo)<\/em><\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">Confira tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Dk1-pWrTHDw\">performance da Orquestra Ribeiro Bastos, ao vivo<\/a><\/p>\n<p>Para a coordenadora de est\u00e1gios do curso, Maria Am\u00e9lia Viegas, a parceria \u00e9 primordial para garantir a manuten\u00e7\u00e3o de uma tradi\u00e7\u00e3o musical tanto pela figura dos universit\u00e1rios quanto dos que est\u00e3o iniciando a jornada: \u201cMinas Gerais \u00e9 um dos \u00fanicos estados que t\u00eam escolas p\u00fablicas especialistas de M\u00fasica. Ao todo s\u00e3o 12 conservat\u00f3rios no estado, sendo um deles em S\u00e3o Jo\u00e3o, do qual temos muita alegria. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 import\u00e2ncia da parceria com o curso de M\u00fasica \u00e9 justamente garantir a perpetua\u00e7\u00e3o dessas escolas, que d\u00e3o acesso ao ensino de M\u00fasica desde pequenininho e que demanda professores que mantenham isso\u201d.<\/p>\n<p>Maria Am\u00e9lia destaca tamb\u00e9m que a diversidade musical s\u00e3o-joanense \u00e9 um dos pontos que possibilita assistir as aulas referentes aos instrumentos em outros espa\u00e7os da cidade: \u201cO est\u00e1gio (do curso) de M\u00fasica n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no Conservat\u00f3rio &#8211; ele \u00e9 apenas uma das op\u00e7\u00f5es &#8211; os alunos tamb\u00e9m podem realiz\u00e1-lo dentro de escolas regulares, projetos sociais, bandas e etc\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_6333\" style=\"width: 1295px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6333\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6333 size-full\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Conservat\u00f3rio.jpg\" alt=\"\" width=\"1285\" height=\"607\" srcset=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Conservat\u00f3rio.jpg 1285w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Conservat\u00f3rio-300x142.jpg 300w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Conservat\u00f3rio-768x363.jpg 768w, http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Conservat\u00f3rio-1024x484.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1285px) 100vw, 1285px\" \/><p id=\"caption-attachment-6333\" class=\"wp-caption-text\"><em>Conservat\u00f3rio Jos\u00e9 Maria Xavier (Foto: Arquivo)<\/em><\/p><\/div>\n<p><strong>Universidade e conservat\u00f3rio: replicando conhecimento <\/strong><\/p>\n<p>Maria Mariana Lino \u00e9 uma das personagens que auxiliam na escrita dessa hist\u00f3ria. A mineira de Cataguases mudou-se para S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei atra\u00edda pela tradi\u00e7\u00e3o cultural da cidade e movida por uma paix\u00e3o pela m\u00fasica. Depois de deixar o curso de Filosofia, a estudante decidiu resgatar o interesse despertado pelos pais e hoje contribui para a forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as no conservat\u00f3rio s\u00e3o-joanense. \u201cA minha m\u00e3e sempre ouviu muita Bossa Nova, muita MPB e eu continuei ouvindo essas coisas. O meu pai \u00e9 m\u00fasico e, apesar de termos uma rela\u00e7\u00e3o muito distante, as vezes que nos encontr\u00e1vamos, ele tocava viol\u00e3o pra mim. Era sempre esse repert\u00f3rio, a Bossa Nova, MPB, muito Chico Buarque, Elis Regina\u2026 Foram essas as minhas influ\u00eancias.\u201d<\/p>\n<p>A estudante, que iniciou os seus estudos musicais na forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica em uma escola de m\u00fasica particular de sua cidade, destaca que o Conservat\u00f3rio de M\u00fasica possui particularidades que devem ser valorizadas: \u201cNo conservat\u00f3rio, existe a pr\u00e1tica em conjunto, que muitas escolas particulares n\u00e3o t\u00eam. A minha, por exemplo, n\u00e3o tinha. Al\u00e9m disso, t\u00eam os corais, que proporcionam estar em conjunto. Existem tamb\u00e9m as pr\u00e1ticas obrigat\u00f3rias que tem que ser apresentadas. Numa escola particular, isso n\u00e3o \u00e9 exigido.\u201d Maria Mariana destaca ainda que essas pr\u00e1ticas s\u00e3o essenciais para criar um contato com o p\u00fablico e permitir a desenvoltura musical.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de representar um dos perfis em forma\u00e7\u00e3o da m\u00fasica s\u00e3o-joanense, a estudante tamb\u00e9m observa uma nova gera\u00e7\u00e3o de m\u00fasicos em seu ambiente de trabalho. Ela destaca a presen\u00e7a de mulheres durante as aulas de piano, em sua grande maioria brancas. A jovem associa isso \u00e0 uma cultura machista, em que as mulheres eram motivadas a preferir instrumentos que n\u00e3o fizessem alus\u00e3o ao erotismo: \u201cCertos instrumentos, como o violoncelo, n\u00e3o eram \u2018adequados\u2019 para uma mulher, porque eram muito sensuais, tocados entre as pernas\u201d, explica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a pianista destaca que \u00e9 poss\u00edvel perceber uma car\u00eancia que acompanha esse segmento art\u00edstico por todo o Brasil: \u201cTem uma aula que eu observo em que sempre tem um aluno que sai. Vai um m\u00eas, some um m\u00eas, n\u00e3o d\u00e1 satisfa\u00e7\u00e3o e depois de uma ou duas semanas, avisa que saiu. \u00c0s vezes eu tamb\u00e9m vejo uma repeti\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es. Por exemplo: voc\u00ea d\u00e1 uma pe\u00e7a para um aluno numa semana e na outra a pe\u00e7a n\u00e3o evoluiu nada, porque n\u00e3o \u00e9 dado um enfoque no estudo da m\u00fasica\u201d.<\/p>\n<p>Mauro Lovatto tamb\u00e9m enxerga problemas no est\u00edmulo \u00e0 m\u00fasica na idade. Ele aponta que poderiam ser desenvolvidos programas para apresenta\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos ou outra ideia que proporcionasse a profissionaliza\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos da cidade. Segundo o jornalista, em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei existe uma cultura de amadorismo muito grande: \u201cEu acho que o m\u00fasico tem que ser mais valorizado. Vejo S\u00e3o Jo\u00e3o como uma cidade que tem um patrim\u00f4nio, um potencial cultural grande, mas que n\u00e3o desenvolve por quest\u00f5es pol\u00edticas. Quest\u00f5es pol\u00edticas que amarram o pr\u00f3prio desenvolvimento da cidade; o turismo, a cultura, a educa\u00e7\u00e3o est\u00e3o no meio dessas coisas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Os acordes da m\u00fasica na m\u00eddia<\/strong><\/p>\n<p>A editora chefe da Gazeta de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, Carla Gomes, \u00e9 respons\u00e1vel por um dos jornais impressos mais antigos da cidade. Segundo ela, o agendamento das pautas musicais costuma ser feito quando trata-se de uma not\u00edcia factual: \u201cA gente tem que se ater a quest\u00e3o da factualidade, o jornal tem que mostrar ao p\u00fablico a quest\u00e3o da factualidade\u201d.<\/p>\n<p>Na Gazeta, a editoria de cultura \u00e9 a segunda mais acompanhada, atr\u00e1s apenas do esporte. Ela destaca uma mat\u00e9ria sobre o pianista s\u00e3o-joanense Franz Ventura, quando este performou uma m\u00fasica em homenagem a sua m\u00e3e, uma das mais repercutidas pelo jornal. Carla defende que uma das principais diretrizes do jornal \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o cultural local, em todas as suas formas, n\u00e3o s\u00f3 de S\u00e3o Jo\u00e3o, mas demais cidades que s\u00e3o cobertas pelo semanal. \u201cN\u00f3s j\u00e1 fizemos v\u00e1rias mat\u00e9rias sobre a import\u00e2ncia das orquestras, da m\u00fasica, tanto no conservat\u00f3rio, na Ribeiro Bastos\u2026 \u00c9 muito amplo.\u201d<\/p>\n<p>Mauro Lavatto, que \u00e9 jornalista de forma\u00e7\u00e3o, v\u00ea a participa\u00e7\u00e3o da m\u00eddia local, de forma geral, como pouco influente. \u201cDo jeito que a m\u00eddia est\u00e1 disposta aqui em S\u00e3o Jo\u00e3o, ela contribui muito pouco\u201d, afirma ele. \u201cPor exemplo, se voc\u00ea pegar a Gazeta, os m\u00fasicos que aparecem dando entrevista ou tendo refer\u00eancia s\u00e3o sempre muito poucos ou sempre os mesmos. Muitas vezes as partes e mat\u00e9rias de m\u00fasica s\u00e3o jogadas na Coluna Social. Acho que a m\u00eddia est\u00e1 preocupada com outras quest\u00f5es, tem uma contribui\u00e7\u00e3o muito pequena\u201d, completa.<\/p>\n<p>Rita Moreira, que \u00e9 integrante da banda Trio \u00e0 Rita, tamb\u00e9m exp\u00f5e suas opini\u00f5es. Ela diz j\u00e1 ter tido boas experi\u00eancias com os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o da cidade. \u201cA gente participou do programa da TV da cidade, a Campos de Minas, chamado Clipe Mania. Gravamos um epis\u00f3dio com eles e com a banda inteira, que foi interessante, porque a gente geralmente tem espa\u00e7o de barzinho e toca s\u00f3 voz e viol\u00e3o. Outra vez gravamos o programa da Meg na R\u00e1dio S\u00e3o Jo\u00e3o. Ela est\u00e1 fazendo uma s\u00e9rie sobre o pessoal que toca em bar\u201d.<\/p>\n<p>Rita afirma que diferente de ve\u00edculos de maior alcance, nos meios s\u00e3o-joanenses os artistas n\u00e3o precisam pagar ou estar atrelado a uma grande gravadora para ter seu trabalho vinculado, mas ainda assim reconhece que n\u00e3o trata-se de uma parceria t\u00e3o s\u00f3lida: \u201ca gente deu uma entrevista para um jornal uma vez tamb\u00e9m, mas \u00e9 tudo muito espor\u00e1dico. Os meios que a gente mais usa s\u00e3o as redes sociais. Facebook e Instagram. A gente n\u00e3o recorre tanto \u00e0s m\u00eddias tradicionais. Nosso p\u00fablico de S\u00e3o Jo\u00e3o funciona muito bem a divulga\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de rede social\u201d.<\/p>\n<p>A diversidade de estilos que comp\u00f5e o cen\u00e1rio musical da cidade tamb\u00e9m reflete as variadas percep\u00e7\u00f5es dos seus componentes sobre a visibilidade concedida pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o local. Apesar das apari\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas e do t\u00edmido espa\u00e7o em que a m\u00fasica \u00e9 representada por esse ve\u00edculos, podemos destacar a import\u00e2ncia do registro documental de artistas e estilos que v\u00eam compondo a hist\u00f3ria musical de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei.<\/p>\n<p><strong>Rep\u00f3rteres:<\/strong> Jo\u00e3o Justino, Juliana Paravizo, Lucas Maranh\u00e3o, Mariana Ribeiro e Talita Tonso<br \/>\n<strong>Editores-Adjuntos:<\/strong> Arthur Raposo Gomes, Clara Rosa e Juliana Galhardo<br \/>\n<strong>Editora-Chefe:<\/strong> Profa. Najla Passos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00fasica s\u00e3o-joanense: tradi\u00e7\u00e3o, cultura e reconhecimento A hist\u00f3ria de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei com a m\u00fasica \u00e9 longa e intensa. Podemos dizer que acompanh\u00e1-la na cidade \u00e9, ao mesmo tempo, entender a hist\u00f3ria da pr\u00f3pria S\u00e3o Jo\u00e3o. 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