{"id":3460,"date":"2016-05-18T13:20:59","date_gmt":"2016-05-18T13:20:59","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/?p=3460"},"modified":"2016-05-18T13:20:59","modified_gmt":"2016-05-18T13:20:59","slug":"a-revolucao-e-ordem","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/semana-academica\/a-revolucao-e-ordem\/","title":{"rendered":"A revolu\u00e7\u00e3o \u00e9 ordem"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_3588\" style=\"width: 294px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3588\" loading=\"lazy\" class=\"  wp-image-3588 alignleft\" src=\"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/mesa-terc3a7a-17-05.png\" alt=\"Mesa - Ter\u00e7a 17.05\" width=\"284\" height=\"189\" \/><p id=\"caption-attachment-3588\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9ditos: Maria J\u00falia Rodrigues<\/p><\/div>\n<p>Em setembro de 2011 um movimento popular iniciado em Manhattan espalhou-se por cidades de todo o mundo: era o\u00a0<a href=\"http:\/\/occupywallst.org\/about\/\" target=\"_blank\">Occupy Wall Street<\/a>, que lutava contra a interfer\u00eancia\u00a0de bancos e corpora\u00e7\u00f5es multinacionais em\u00a0processos democr\u00e1ticos nacionais. Em fins de 2015, foi a vez de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ocupaescola\/?fref=ts\" target=\"_blank\">estudantes<\/a> da rede p\u00fablica de ensino de S\u00e3o Paulo ocuparem escolas em protesto contra novas medidas no sistema educacional. Na segunda noite de debates da V Semana Acad\u00eamica do Curso de Jornalismo da UFSJ, falamos de outros espa\u00e7os, al\u00e9m dos f\u00edsicos, que os movimentos e cidad\u00e3os ainda necessitam \u201cocupar\u201d: a internet e a comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Daniel Perini, soci\u00f3logo e Superintendente de Monitoramento e Informa\u00e7\u00e3o Digital da Secretaria Estadual de Direitos Humanos de MG, abordou aspectos do marco civil na internet, essenciais para garantir diversidade e pluralidade nos conte\u00fados difundidos pela rede (alguns pontos foram regulamentados em decreto no \u00faltimo dia\u00a012\/05, como a neutralidade da rede, saiba mais <a href=\"http:\/\/www.ebc.com.br\/tecnologia\/2016\/05\/conheca-detalhes-do-decreto-que-regulamenta-marco-civil-da-internet\" target=\"_blank\">aqui<\/a>). Para o soci\u00f3logo, a internet pode configurar\u00a0um espa\u00e7o de inclus\u00e3o ou de exclus\u00e3o. Por isso, em um vasto campo de busca e de acesso a conte\u00fados, \u00e9 preciso compreender quem est\u00e1 por tr\u00e1s desses mecanismos, e garantir que estejam envolvidos com a democratiza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o com leis de mercado.<\/p>\n<p>Perini tamb\u00e9m divulgou iniciativas p\u00fablicas como a rede Participa-MG, rede social em desenvolvimento, que vincular\u00e1 pessoas a propostas relacionadas a suas realidades locais e deve estimular a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados novos e independentes. Divulgou, ainda, o curso <a href=\"http:\/\/www.fndc.org.br\/noticias\/aberto-chamado-para-curso-de-formadores-em-mg-924700\/\" target=\"_blank\">Multiplicadores da Democracia<\/a>\u00a0que visa\u00a0uma atitude colaborativa que re\u00fana\u00a0iniciativas de cunho cultural ou de cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, r\u00e1dios e TVs comunit\u00e1rias. Perini\u00a0considera a necessidade de \u201cmassificar para ocupar a internet, assim como ocupamos espa\u00e7os p\u00fablicos\u201d, e cunhou, como, palavra de ordem: \u201cmenos download e mais upload\u201d, o que simbolizaria uma inclus\u00e3o digital efetivamente mais participativa.<\/p>\n<p><strong>Da Universidade para a\u00a0rua<\/strong><\/p>\n<p>A jornalista Rafaella Dotta, da primeira turma do curso de Jornalismo da UFSJ, tamb\u00e9m participou da mesa de debates, contando sobre sua experi\u00eancia como rep\u00f3rter do jornal <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/\" target=\"_blank\">Brasil de Fato<\/a>.\u00a0Rafaella tamb\u00e9m\u00a0abordou\u00a0o Projeto de Lei da M\u00eddia Democr\u00e1tica, nascido em 2009 com a realiza\u00e7\u00e3o da I Confer\u00eancia Nacional da Comunica\u00e7\u00e3o, \u00a0com participantes da sociedade civil, do poder p\u00fablico e setor empresarial.\u00a0Por iniciativa do FNDC (Forum Nacional de Democratiza\u00e7\u00e3o da M\u00eddia), a Campanha\u00a0<a href=\"http:\/\/www.paraexpressaraliberdade.org.br\/assina.php\" target=\"_blank\">Para Expressar a Liberdade<\/a>\u00a0colhe, desde 2012, assinaturas para que esse projeto possa tramitar no Congresso (no link voc\u00ea pode ler o projeto na \u00edntegra e realizar sua assinatura).<\/p>\n<p>Sobre sua experi\u00eancia no jornal Brasil de Fato, Rafaella explicou sobre m\u00e9todos alternativos que o ve\u00edculo usa na constru\u00e7\u00e3o de suas pautas: os rep\u00f3rteres buscam dar \u00e0s mat\u00e9rias um vi\u00e9s popular, ouvindo fontes mais diversas, e abordar temas que n\u00e3o est\u00e3o em outros jornais. \u201cMovimentos sociais t\u00eam pessoas que s\u00e3o capacitadas para falar sobre os assuntos, mas n\u00e3o s\u00e3o credibilizadas\u201d, aponta Rafaela. \u00a0Em geral, os rep\u00f3rteres buscam pessoas \u201cautorizadas\u201d, tradicionalmente, a falar sobre um tema. O Brasil de Fato preza pelas fontes alternativas, e por falar com o povo. Para Rafaella, ele busca \u201cconseguir falar com a rua\u201d.<\/p>\n<p>Ela acredita que nisso est\u00e1 a dificuldade de muitas boas iniciativas de m\u00eddia alternativa: \u201cSair da universidade lendo intelectuais e passar a falar para uma pessoa que est\u00e1 pegando o metr\u00f4 \u00e0s 6 da manh\u00e3 pra ir trabalhar\u201d. E \u00e9 onde est\u00e1, para Rafaella, o diferencial do Brasil de Fato: &#8220;\u00c9 um jornal popular de qualidade, que faz com que o leitor encontre nele algo que vai inform\u00e1-lo sobre seus direitos, ou sobre quest\u00f5es pol\u00edticas&#8221;. O que ela cr\u00ea ser a tarefa do jornalismo, e uma tarefa desafiante. A rep\u00f3rter\u00a0afirma que existe hoje uma crise de confian\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es e grande descontentamento com a m\u00eddia e que atuar nesse cen\u00e1rio n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil: \u201c\u00c9 necess\u00e1rio disposi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Ocupar a pra\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>E se n\u00f3s que estamos come\u00e7ando temos toda a disposi\u00e7\u00e3o do mundo, tamb\u00e9m precisamos ouvir o conselho dos mais experientes. Nilmario Miranda, hoje Secret\u00e1rio de Direitos Humanos de Minas Gerais, foi o primeiro presidente da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos e Minorias da C\u00e2mara, em 1995. Ele conversou com os estudantes sobre a Comunica\u00e7\u00e3o do ponto de vista de direito fundamental, e n\u00e3o de mera mercadoria. &#8220;A Comunica\u00e7\u00e3o conduz a outros direitos&#8221;, ressaltou\u00a0Nilmario.<\/p>\n<p>Para ele, a comunica\u00e7\u00e3o seria\u00a0hoje o que a pra\u00e7a simbolizava na Gr\u00e9cia Antiga: o livre espa\u00e7o de di\u00e1logo. Mas, na configura\u00e7\u00e3o atual dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, essa \u201cpra\u00e7a\u201d passou a n\u00e3o ser mais de livre acesso do cidad\u00e3o &#8211; a maioria n\u00e3o tem o direito a comunicar. A concentra\u00e7\u00e3o da m\u00eddia, a exclus\u00e3o digital e o desconhecimento, pela popula\u00e7\u00e3o, das leis j\u00e1 existentes s\u00e3o alguns dos aspectos que Nilmario menciona como impedimentos a este livre acesso. Por isso, para ele, \u00e9 necess\u00e1ria\u00a0uma reforma da m\u00eddia que parta da iniciativa popular e que sirva \u00e0 cidadania. E, mesmo com ventos n\u00e3o t\u00e3o favor\u00e1veis, Nilmario acredita que isso ocorrer\u00e1. \u201cVai haver resist\u00eancia. A sociedade vai perceber\u201d.<\/p>\n<p>\u00c0 disposi\u00e7\u00e3o de iniciantes, somamos ent\u00e3o o otimismo dos mais s\u00e1bios, que j\u00e1 conheceram outras reformas. Como Nilmario, que encerrou a mesa de debates com o conselho, &#8220;copiado&#8221;\u00a0do Papa Francisco: \u201cSejam revolucion\u00e1rios\u201d. Sejamos! A revolu\u00e7\u00e3o, na Comunica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o exige mais armas do que nossas ideias.<\/p>\n<p style=\"text-align:right;\">Texto: Dani da Gama<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em setembro de 2011 um movimento popular iniciado em Manhattan espalhou-se por cidades de todo o mundo: era o\u00a0Occupy Wall Street, que lutava contra a interfer\u00eancia\u00a0de bancos e corpora\u00e7\u00f5es multinacionais em\u00a0processos democr\u00e1ticos nacionais. 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